domingo, 16 de julho de 2017

MINHA FÉ 6- CÉU, PURGATÓRIO, INFERNO

Visão da Beata Anna Catarine Emmerich sobre o Céu, Purgatório, Inferno e a Mansão dos mortos, onde os que morreram antes de Cristo estavam, e que não existe mais desde que Jesus ressuscitou. 
                                      



Não sei como são, mas acredito no Céu, no Inferno e no Purgatório.

Para o céu vão os puros de coração, que amam a Deus e ao próximo e não têm nenhuma “pendência” ou afeto pelos pecados cometidos e já perdoados, Diz o Apocalipse 21,27:”Coisa alguma impura entrará na Cidade Celeste”.

Para o inferno vão os que não quiseram ser perdoados dos pecados graves. Deus não manda ninguém para lá. Só vão os que insistirem, até à morte, em ficarem separados ou independentes dele. São os que pecaram contra o Espírito Santo que, em palavras simples, trata-se de não aceitar o perdão divino, ou achar que os pecados cometidos são tão graves que Deus não os perdoará, ou ainda que Deus não teria capacidade de perdoá-los. Em resumo, só vai para o inferno quem quiser. 

Santa Catarina de Sena disse que uma alma no inferno, se dissesse algo parecido como: “Senhor, me ajude!”, na mesma hora seria retirada de lá. Coma morte, nós perdemos o livre-arbítrio (permissão para escolher) e não podemos mais fazer opções. Vai valer o que optamos por último, até nossa última capacidade de lucidez e de sanidade mental. 

Para o purgatório vão os que pediram perdão a Deus mas não conseguiram um arrependimento total, apesar de não terem cometido nenhum pecado grave depois que pediram perdão.

Os sofrimentos oferecidos com amor e paciência são, já, um purgatório. São Dimas, o “bom ladrão”, fez seu purgatório na cruz, com Jesus. O sofrimento dele, levado com paciência, levou-o diretamente para o céu, sem ter que ficar no purgatório: “Hoje mesmo estarás comigo no paraíso”, disse-lhe Jesus” (Lucas 23,43).

Deus criou o inferno para permitir que Lúcifer e os anjos rebeldes vivessem sem ter que estar com Deus e sob dependência dele, já que não queriam mais viver com a divindade (Apocalipse 12,10). Veja em Mateus 25,46: “E estes (que não praticaram as obras de misericórdia) irão para o fogo eterno, mas os justos, para a vida eterna”. Ainda em Lucas 10,18: “Eu via Satanás cair do céu como um raio”.

Mesmo estando no inferno, a criatura ainda é amada por Deus, mas rejeitou-o e ele lhe deu essa possibilidade de não precisar estar com ele. Se Deus nos ama, quer que estejamos sempre com ele não só agora, mas por toda a eternidade. 

Se a gente pensar bem, vai mudar de vida e arrepender-se dos pecados cometidos, pois nossa vida neste mundo é um pontinho em vista da vida eterna.

Suponhamos que uma das letras desta página seja os 100 anos que alguém vai viver na terra. Cada uma das outras letras serão cada 100 anos que essa pessoa vai viver no céu. E isso infinitamente, não terá fim.

Eu acredito também nas aparições de Maria em Fátima, e ela mostrou o inferno, o purgatório e o céu para os pastorinhos. 

Acredito que estes poucos anos de vida que me restam serão decisivos para minha salvação, e quero vivê-los como Jesus pediu. Vale a pena “perder esta vida para ganhar a vida eterna”. (Lucas 9,24). E você, caro (a) leitor (a), o que acha?

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