sábado, 11 de fevereiro de 2012

18-OS ANÉIS DA MEDALHA MILAGROSA

(Veja complemento no link: Santa Catarina Labouré)
(baseado na narrativa do Pe. João S. Clá Dias, dos Arautos do Evangelho)


Nossa Senhora apareceu a Santa Catarina Labouré (pronuncia-se “Laburrê”) quando ela ainda era noviça, por três vezes. Na segunda vez, em 27/11/1830, sábado, 17:30hs, a santa percebeu anéis em seus dedos, “revestidos de belíssimas pedras preciosas, cada uma mais linda do que a outra, algumas maiores, outras menores, lançando raios para todos os lados, cada qual mais estupendo que o outro. Das pedras maiores partiam os mais magníficos fulgores, alargando-se à medida que desciam, o que enchia toda a parte inferior do lugar. Eu não via os pés de Nossa Senhora” (narração da própria santa).
Depois Nossa Senhora explicou: “Estes raios são o símbolo das graças que eu derramo sobre as pessoas que as pedem a mim”. A santa compreendeu o quão agradável é rezar a ela, quanto ela é generosa para com seus devotos, quantas graças concede às pessoas que as rogam a ela, e que alegria ela sente ao concedê-las.
“Os anéis dos quais não partem raios simbolizam as graças que se esquecem de pedir”, disse Maria.
Uma prova contundente de que Santa Catarina Labouré viu mesmo Maria é o fato de que seu corpo está ainda incorrupto desde sua morte, em 31/12/1876, além das inúmeras graças e até milagres que ocorrem como uso da medalha milagrosa.
A promessa de Maria foi esta: “Fazei cunhar uma medalha conforme este modelo. Todos os que a usarem, trazendo-a no pescoço, receberão muitas graças. Estas serão abundantes para aqueles que a usarem com confiança”.
(Do livrinho “A medalha Milagrosa, 18ªedição, 2006, Associação Cultural N. Sra. de Fátima, www.rainhadefatima.org.br, do padre João S. Clá Dias).
Ocorreu uma “coincidência” interessante: eu estava escrevendo este artigo quando recebi um livrinho sobre N. Senhora publicado pela MICAIL- Militância Católica de Integração Leiga, de Sorocaba, intitulado “Ave, Cheia de Graça”, mostrando na Bíblia várias referências a Maria, a ladainha, as orações à Virgem.
Precisamos acreditar na maternal intercessão de Maria junto ao seu amado e divino Filho Jesus Cristo que, como sabemos, por ser homem e Deus, é o único intercessor nosso junto a Deus.
Como diz um painel no santuário de Aparecida: “Peça à Mãe que o Filho atende”, precisamos pedir mais, a Maria, as graças de que necessitamos, principalmente as que se referem à nossa conversão, à nossa mudança de vida.
Aqueles anéis apagados são as graças que nós ainda não pedimos! O que estamos esperando para pedir-lhe que interceda por nós?
O livrinho conta que São Pio de Pietrelcina, que tinha os Sagrados Estigmas e sofria muitas tentações diretas do demônio, que judiava muito dele, certa vez perguntou a Satanás: “por que te incomodas mais quando invoco Nossa Senhora que quando invoco Jesus Cristo”? Ele respondeu: “Porque me humilha mais ser derrotado por uma criatura humana do que ser derrotado por Ele” (que é Deus).
E isso é verdade! Invocar Maria nos momentos de tentação é a maior garantia de vitória! Não deixemos para invocá-la no meio das tentações, mas logo no início.
São Pio de Pietrelcina teve o seu corpo incorrupto, como Santa Catarina Labouré, o que mostra, a meu ver, que suas afirmações sobre Maria e seu arqui-inimigo Satanás são verdadeiras!

Confiemos em Maria! Ela não é deusa, mas é Mãe de Deus feito homem, Jesus!

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