domingo, 8 de maio de 2016

A DIVINDADE DE JESUS

13/04/16-

Agradeço a Deus por ter-me criado à sua imagem e semelhança e pela vida que tenho. Sei que ele respeita o nosso livre arbítrio e, da mesma forma que não impede que pequemos, também não nos livra de muitos incômodos, muitos dos quais justamente derivados dos pecados que cometemos.

Muitos me perguntam: “Por que Deus não me livra deste ou daquele problema”? Mas não me perguntam: “ Por que Deus me deixou fazer aquela besteira”? Se Deus permite pecar, deixará, também, as consequências dos pecados ocorrerem.

Muitos também não acreditam que Jesus é Deus, tão Deus quanto o Pai e o Espírito Santo. Que tristeza isso me dá! Tenho vários amigos Testemunhas de Jeová que são assim! Pessoas ótimas, excelentes, como um deles, Ancião deles, homem culto, excelente, digno de respeito e de honra, mas que não percebe a divindade de Jesus nas Escrituras! Por que eles não fazem um estudo histórico sério e sincero de como, na realidade, teve início esse grupo? De onde eles tiraram a ideia de que nossa bíblia está errada e a deles é que está correta?

Onde eles viram que todas as passagens do Novo Testamento, que diz que Jesus é Deus e as que re velam a Santíssima Trindade estão erradas? O que os autorizaram a mudar esses textos?

Citando um exemplo, no 1º capítulo de João, em que revela que o Verbo (a Palavra, o Filho de Deus, Jesus) de Deus é Deus, eles acrescentam “um” e escrevem Deus com letra minúscula. A frase é falseada, ficando deste modo: “E a Palavra era [um] deus”.

Oras bolas, a letra “theta”, maiúscula, em grego, é diferente da minúscula, embora parecidas:  (a primeira é a maiúscula e a segunda, minúscula)

Também nas cartas paulinas, quando menciona Jesus, Paulo o chama Kyrios, Senhor, que, em grego, significa o Senhor que ressuscitou, está no céu, e representa em grego as palavras Javé (ou Jeová) e Adonai, que é como no Antigo Testamento chamavam a Deus. Veja Romanos 10,9: “ Se confessares (...) que Jesus é o Senhor”.

Eu conheço várias passagens do Novo Testamento que afirmam a divindade de Jesus.

Romanos 9,5:- “Descende o Cristo (...) que é, acima de tudo, Deus bendito pelos séculos”.

Tito 2,13: “ Ao nome de Jesus todo joelho se dobre nos céus, sobre a terra e debaixo da erra” (dobrar os joelhos significa adorar).

Colos 2,9_ (Em Cristo) ”habita corporalmente toda a plenitude da divindade”.
2Cor 13,13: “A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós”

Jesus é chamado Deus com o Pai e o Espírito Santo desde a ressurreição, mas alguns do século 19 acharam que todos até então erraram e que Ele não é Deus. Aí fundaram as Testemunhas de Jeová e, em época não muito diferente, os Mórmons, que também não acreditam na divindade de Jesus. Como pode, de repente, a fé em Jesus Cristo Deus e homem verdadeiro se tornar algo errado após 18 séculos?


Acreditem! Jesus é a segunda pessoa da Santíssima Trindade, Deus como o Pai e o Espírito Santo, 100% Deus e 100% homem. 

sábado, 7 de maio de 2016

O PAPA E A COMUNICAÇÃO

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE PAPA FRANCISCO
PARA O 50º DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

«Comunicação e Misericórdia: um encontro fecundo»
[8 de Maio de 2016]

Queridos irmãos e irmãs!
O Ano Santo da Misericórdia convida-nos a refletir sobre a relação entre a comunicação e a misericórdia. Com efeito a Igreja unida a Cristo, encarnação viva de Deus Misericordioso, é chamada a viver a misericórdia como traço característico de todo o seu ser e agir. Aquilo que dizemos e o modo como o dizemos, cada palavra e cada gesto deveria poder expressar a compaixão, a ternura e o perdão de Deus para todos. 
O amor, por sua natureza, é comunicação: leva a abrir-se, não se isolando. E, se o nosso coração e os nossos gestos forem animados pela caridade, pelo amor divino, a nossa comunicação será portadora da força de Deus.
Como filhos de Deus, somos chamados a comunicar com todos, sem exclusão. Particularmente próprio da linguagem e das ações da Igreja é transmitir misericórdia, para tocar o coração das pessoas e sustentá-las no caminho rumo à plenitude daquela vida que Jesus Cristo, enviado pelo Pai, veio trazer a todos.
 Trata-se de acolher em nós mesmos e irradiar ao nosso redor o calor materno da Igreja, para que Jesus seja conhecido e amado; aquele calor que dá substância às palavras da fé e acende, na pregação e no testemunho, a «centelha» que os vivifica.
A comunicação tem o poder de criar pontes, favorecer o encontro e a inclusão, enriquecendo assim a sociedade. Como é bom ver pessoas esforçando-se por escolher cuidadosamente palavras e gestos para superar as incompreensões, curar a memória ferida e construir paz e harmonia. As palavras podem construir pontes entre as pessoas, as famílias, os grupos sociais, os povos. E isto acontece tanto no ambiente físico como no digital. 
Assim, palavras e ações devem ser tais que nos ajudem a sair dos círculos viciosos de condenações e vinganças que mantêm prisioneiros os indivíduos e as nações, expressando-se através de mensagens de ódio. Ao contrário, a palavra do cristão visa fazer crescer a comunhão e, mesmo quando deve com firmeza condenar o mal, procura não romper jamais o relacionamento e a comunicação.
Por isso, queria convidar todas as pessoas de boa vontade a redescobrirem o poder que a misericórdia tem de curar as relações dilaceradas e restaurar a paz e a harmonia entre as famílias e nas comunidades. Todos nós sabemos como velhas feridas e prolongados ressentimentos podem aprisionar as pessoas, impedindo-as de comunicar e reconciliar-se. E isto se aplica também às relações entre os povos. 
Em todos estes casos, a misericórdia é capaz de implementar um novo modo de falar e dialogar, como se exprimiu muito eloquentemente Shakespeare: «A misericórdia não é uma obrigação. Desce do céu como o refrigério da chuva sobre a terra. É uma dupla bênção: abençoa quem a dá e quem a recebe» (O mercador de Veneza, Ato IV, Cena I).
É desejável que também a linguagem da política e da diplomacia se deixe inspirar pela misericórdia, que nunca dá nada por perdido. Faço apelo sobretudo àqueles que têm responsabilidades institucionais, políticas e de formação da opinião pública, para que estejam sempre vigilantes sobre o modo como se exprimem a respeito de quem pensa ou age de forma diferente e ainda de quem possa ter errado. 
É fácil ceder à tentação de explorar tais situações e, assim, alimentar as chamas da desconfiança, do medo, do ódio. Pelo contrário, é preciso coragem para orientar as pessoas em direção a processos de reconciliação, mas é precisamente tal audácia positiva e criativa que oferece verdadeiras soluções para conflitos antigos e a oportunidade de realizar uma paz duradoura. «Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. (...) Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus» (Mt 5, 7.9).
Como gostaria que o nosso modo de comunicar e também o nosso serviço de pastores na Igreja nunca expressassem o orgulho soberbo do triunfo sobre um inimigo, nem humilhassem aqueles que a mentalidade do mundo considera perdedores e descartáveis! 
A misericórdia pode ajudar a mitigar as adversidades da vida e dar calor a quantos têm conhecido apenas a frieza do julgamento. Seja o estilo da nossa comunicação capaz de superar a lógica que separa nitidamente os pecadores dos justos. Podemos e devemos julgar situações de pecado – violência, corrupção, exploração, etc. –, mas não podemos julgar as pessoas, porque só Deus pode ler profundamente no coração delas. É nosso dever admoestar quem erra, denunciando a maldade e a injustiça de certos comportamentos, a fim de libertar as vítimas e levantar quem caiu. O Evangelho de João lembra-nos que «a verdade [nos] tornará livres» (Jo 8, 32). Em última análise, esta verdade é o próprio Cristo, cuja misericórdia repassada de mansidão constitui a medida do nosso modo de anunciar a verdade e condenar a injustiça. É nosso dever principal afirmar a verdade com amor (cf. Ef 4, 15). Só palavras pronunciadas com amor e acompanhadas por mansidão e misericórdia tocam os nossos corações de pecadores. Palavras e gestos duros ou moralistas correm o risco de alienar ainda mais aqueles que queríamos levar à conversão e à liberdade, reforçando o seu sentido de negação e defesa.
Alguns pensam que uma visão da sociedade enraizada na misericórdia seja injustificadamente idealista ou excessivamente indulgente. Mas tentemos voltar com o pensamento às nossas primeiras experiências de relação no seio da família. Os pais amavam-nos e apreciavam-nos mais pelo que somos do que pelas nossas capacidades e os nossos sucessos. Naturalmente os pais querem o melhor para os seus filhos, mas o seu amor nunca esteve condicionado à obtenção dos objetivos. A casa paterna é o lugar onde sempre és bem-vindo (cf. Lc 15, 11-32). Gostaria de encorajar a todos a pensar a sociedade humana não como um espaço onde estranhos competem e procuram prevalecer, mas antes como uma casa ou uma família onde a porta está sempre aberta e se procura aceitar uns aos outros.
Para isso é fundamental escutar. Comunicar significa partilhar, e a partilha exige a escuta, o acolhimento. Escutar é muito mais do que ouvir. Ouvir diz respeito ao âmbito da informação; escutar, ao invés, refere-se ao âmbito da comunicação e requer a proximidade. A escuta permite-nos assumir a atitude justa, saindo da tranquila condição de espectadores, usuários, consumidores. Escutar significa também ser capaz de compartilhar questões e dúvidas, caminhar lado a lado, libertar-se de qualquer presunção de omnipotência e colocar, humildemente, as próprias capacidades e dons ao serviço do bem comum.
Escutar nunca é fácil. Às vezes é mais cômodo fingir-se de surdo. Escutar significa prestar atenção, ter desejo de compreender, dar valor, respeitar, guardar a palavra alheia. Na escuta, consuma-se uma espécie de martírio, um sacrifício de nós mesmos em que se renova o gesto sacro realizado por Moisés diante da sarça-ardente: descalçar as sandálias na «terra santa» do encontro com o outro que me fala (cf. Ex 3, 5). Saber escutar é uma graça imensa, é um dom que é preciso implorar e depois exercitar-se a praticá-lo.
Também e-mails, sms, redes sociais, chat podem ser formas de comunicação plenamente humanas. Não é a tecnologia que determina se a comunicação é autêntica ou não, mas o coração do homem e a sua capacidade de fazer bom uso dos meios ao seu dispor. As redes sociais são capazes de favorecer as relações e promover o bem da sociedade, mas podem também levar a uma maior polarização e divisão entre as pessoas e os grupos. O ambiente digital é uma praça, um lugar de encontro, onde é possível acariciar ou ferir, realizar uma discussão proveitosa ou um linchamento moral.
 Rezo para que o Ano Jubilar, vivido na misericórdia, «nos torne mais abertos ao diálogo, para melhor nos conhecermos e compreendermos; elimine todas as formas de fechamento e desprezo e expulse todas as formas de violência e discriminação» (Misericordiae Vultus, 23). Em rede, também se constrói uma verdadeira cidadania. O acesso às redes digitais implica uma responsabilidade pelo outro, que não vemos mas é real, tem a sua dignidade que deve ser respeitada. A rede pode ser bem utilizada para fazer crescer uma sociedade sadia e aberta à partilha.
A comunicação, os seus lugares e os seus instrumentos permitiram um alargamento de horizontes para muitas pessoas. Isto é um dom de Deus, e também uma grande responsabilidade. Gosto de definir este poder da comunicação como «proximidade». O encontro entre a comunicação e a misericórdia é fecundo na medida em que gerar uma proximidade que cuida, conforta, cura, acompanha e faz festa. Num mundo dividido, fragmentado, polarizado, comunicar com misericórdia significa contribuir para a boa, livre e solidária proximidade entre os filhos de Deus e irmãos em humanidade.

Vaticano, 24 de Janeiro de 2016

O PAPA E O ROSÁRIO


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O ROSÁRIO: ARMA EFICAZ CONTRA A TRISTEZA E O DESÂNIMO

Buenos Aires - Argentina (Quinta-feira, 05-05-2016, Gaudium Press) Um convite para difundir a oração do Santo Rosário nas famílias é que fez o Padre Dante De Sanzzi, diretor das Obras Missionárias Pontifícias (OMP) da Argentina, por ocasião do mês dedicado à Mãe de Deus.Santo Rosário arma eficaz contra a tristeza e o desânimo.jpg

Através de uma mensagem dada a conhecer a partir do website das OMP do país austral, o sacerdote refletiu sobre a intenção missionária pela qual o Pontífice pediu que se ore de maneira especial durante o mês de maio.

"Neste novo mês, o Santo Padre pede às famílias, comunidades e grupos 'a prática de rezar o Santo Rosário pela evangelização e a paz'. Sem dúvidas que o Papa Francisco coloca em meio da cena a figura maternal de Maria. Pedindo a oração do Rosário em todos os ambientes, automaticamente se coloca a Virgem Missionária como centro da evangelização", escreve o sacerdote.

O Padre De Sanzzi também chama a colocar o olhar em Maria, que anima o anúncio do Evangelho: "Sentir a presença da mulher que levou em seu seio o Salvador, nos deve animar na tarefa de anunciar a Nova Notícia aos que estão desanimados ou distanciados".

Um trabalho que por sua vez convoca a dar a conhecer a devoção do Santo Rosário: oração mariana por excelência. "Difundir a devoção do Rosário é nossa missão. Muitas vezes escutamos que se deixa de lado esta devoção por 'tédio' ou 'falta de tempo'; é não deixar a possibilidade que atue a graça de Deus, da mesma maneira que atuou em Maria", sublinha o diretor das OMP Argentina.

"Peçamos a tão grande intercessora, a Mãe de Deus, que nos guie no caminho diário. Um caminho árduo e sinuoso. Rezemos por nossas famílias, os jovens vencidos pelos vícios, as pessoas sem trabalho, as crianças abandonadas (...) Deixemos que nos toque o coração e que o Rosário seja a arma eficaz contra a tristeza e a indiferença", conclui o sacerdote.

Rosário Missionário

O Rosário Missionário é uma das maneiras de orar para pedir pelas necessidades e intenções do mundo inteiro. Assim o pediu São João Paulo II na Carta Encíclica 'Redemptoris Missio', sobre a permanência e validade do mandato missionário: "Entre as formas de participação, o primeiro lugar corresponde à cooperação espiritual: oração, sacrifícios, testemunho de vida cristã. A oração deve acompanhar o caminho dos missionários, para que o anúncio da Palavra resulte eficaz por meio da graça divina".

Eta forma de orar, com a mediação da Virgem Maria, se faz de maneira tradicional rezando o Rosário, mas oferecendo cada um dos cinco mistérios pelas necessidades e intenções dos cinco continentes.

O Rosário Missionário foi idealizado por Dom Fulton Sheen em meados do século passado. O Bispo norte-americano apresentou um guia prático para orar pelos missionários e as missões ao redor do mundo. (GPE/EPC)



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ANDREA BOCELLI COMOVE O PAPA


sexta-feira, 6 de maio de 2016

NOVO MILAGRE EUCARÍSTICO

CustodiaSantisimo_Youtube_22042016    Novo Milagre Eucarístico na Polônia 

LEGNICA, 19 Abr. 16 / 07:00 pm (ACI).- O Bispo de Legnica (Polônia), Dom Zbigniew Kiernikowski, aprovou no dia 17 de abril a veneração de uma hóstia que sangra, a qual “tem as características distintivas de um milagre eucarístico”.

No Natal de 2013, uma hóstia consagrada caiu no chão na paróquia polonesa de Saint Jack, recordou o Bispo em um comunicado, e depois de ser recolhida foi colocada em um recipiente com água.

Pouco depois, apareceram manchas vermelhas na Eucaristia.

Dom Stefan Cichy, então Bispo de Legnica, criou uma comissão para analisar a hóstia. Em fevereiro de 2014, um pequeno fragmento foi colocado sobre um corporal e passou por provas de vários institutos.

O comunicado médico final do Departamento de Medicina Forense analisou que “na imagem histopatológica, encontrou que os fragmentos contêm partes fragmentadas do músculo estriado transversal. É mais semelhante ao músculo do coração”.

As provas também determinaram que o tecido era de origem humana e acharam que apresentava sinais de sofrimento.

Dom Kiernikowski indicou que em janeiro deste ano apresentou este caso à Congregação para a Doutrina da Fé do Vaticano.

Em abril, de acordo com as recomendações da Santa Sé, o Prelado pediu ao pároco da paróquia de Saint Jack, Andrzej Ziombrze, para “preparar um lugar adequado para as Relíquias, de tal forma que os fiéis pudessem venerá-las”.


Que mensagem Deus transmite com novo milagre eucarístico na Polônia?
 POR PROF. FELIPE AQUINO26 DE ABRIL DE 2016NOTÍCIAS, NOTÍCIAS DA IGREJA
site ACI Digital noticiou ontem (25/04/2016) que o Bispo de Legnica, na Polônia, Dom Zbigniew Kiernikowski, aprovou há alguns dias um milagre eucarístico ocorrido no Natal de 2013. Em uma época em que alguns católicos, inclusive sacerdotes, não creem na presença real de Cristo na Eucaristia e quando a liturgia perde a sacralidade que lhe corresponde, cabe perguntar-se: com que objetivo e qual mensagem Deus quer nos transmitir com este novo milagre?
O filósofo e teólogo, Philip Kosloski, autor do livro “Sobre os rastros de um Santo: A visita de João Paulo II a Wisconsin”, tenta responder à pergunta no National Catholic Register e afirma que “parece que uma causa do milagre foi o pouco cuidado com o Santíssimo Sacramento” que caiu durante a comunhão.

“Os acidentes acontecem e não quero acusar alguma pessoa ou algum sacerdote que deixou a hóstia cair. Entretanto, isso nos recorda um tema importante: o uso das patenas”, ressalta.

Na Igreja Católica, a patena é o pequeno prato dourado que o coroinha usa para colocá-lo debaixo da boca ou das mãos da pessoa que recebe a comunhão. Deste modo, se a hóstia ou alguma partícula cai, a patena evita que caia no chão.

“A prática foi abandonada por muitos na Igreja durante as últimas décadas”, apesar de o documento de 2004, Redemptionis Sacramentum, da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, exija seu uso.

O Missal Romano também requer o uso da patena e que esta esteja sobre a credencia ou mesa onde permanecem os paramentos litúrgicos antes de ser levados a altar.

Para Kosloski, “o que este milagre nos ajuda a reconsiderar é como devemos nos aproximar da Santa Eucaristia. Acreditamos realmente que Jesus está presente no pão e vinho na Missa? Cuidamos das hóstias com o devido respeito, sendo extremamente atentos ao distribuir o Precioso Sangue do nosso Senhor?”.

“Não devemos abandonar o uso das patenas na Missa porque parece ‘antiquado’. A razão pela qual usamos as patenas durante a Missa é por nosso amor a Deus!”.

Kosloski comenta também que se cuidamos de nossos filhos e os carregamos para que não caiam, “por que não temos o mesmo cuidado pela hóstia eucarística na Missa, que é Cristo o Senhor? O que sustentamos em nossas mãos não é somente pão!”.

“Talvez este milagre chegou no exato momento ao nosso mundo, quando muitos católicos não acreditam na presença real de Cristo e em um tempo na Igreja no qual não cuidam adequadamente da Eucaristia”, prossegue o filósofo e teólogo.

Finalmente, Kosloski assinala que o tecido do coração do milagre eucarístico mostra “sinas de estresse” e “talvez queria mostrar que Cristo fica ferido quando não cuidamos Dele”.



A FESTA DO SIM DE MARIA


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Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 04/04/2016, Gaudium Press) - O Papa Francisco voltou a rezar a missa matutina na Capela da Casa Santa Marta, após as cerimônias e celebrações pascais.
Anunciação do Senhor.jpg
Foto L'Osservatório Romano
Hoje ele dedicou sua homilia nessa já tradicional celebração à solenidade da Anunciação do Senhor.
Relembrando o ‘Sim' de Maria, o Papa recordou que a história da humanidade foi feita de uma "corrente" de "sim" a Deus, à esperança do Senhor, a partir de Abraão e Moisés:
Abraão obedece ao Senhor, aceita o seu chamado e parte de sua terra sem saber onde chegaria.
Isaías, quando o Senhor lhe pede que fale a seu povo, responde que tem os "lábios impuros". Então o Senhor purifica os seus lábios e Isaías diz "sim!".
O mesmo vale para Jeremias, que se considerava incapaz de falar, mas depois diz "sim" ao Senhor:
O ‘Sim' de Maria
Francisco ressalta que "hoje, o Evangelho nos fala do final desta corrente de sim, e do início de outro "sim", que começa a crescer: o ‘sim' de Maria.
E este ‘sim' faz com que Deus não somente olhe para o homem, não somente caminhe com o seu povo, mas que se faça um de nós e tome a nossa carne.
O ‘sim' de Maria que abre a porta ao sim de Jesus:
‘Eu venho para fazer a Tua vontade', este ‘sim' que acompanha Jesus toda a vida, até à Cruz".
O ‘Sim" de Jesus
Francisco se detém no sim de Jesus.
Ele pede ao Pai para afastar dele o cálice, mas acrescenta: "Seja feita a tua vontade". Em Jesus Cristo "está o sim de Deus: Ele é o sim".

E Francisco, lembrando que alguns sacerdotes ali presentes completavam 50 anos de ordenação, dirige a eles em particular:
"Este é um dia bonito para agradecer ao Senhor por nos ter ensinado este caminho do sim, mas também para pensar em nossa vida".
Hoje é a Festa do "sim"
O Santo Padre continuou com suas reflexões:
"Todos nós, todos os dias, devemos dizer sim ou não e pensar se sempre dizemos sim ou se muitas vezes nos escondemos, com a cabeça baixa, como Adão e Eva, para não dizer não, mas fazer como aquele que não entende, que não entende o que Deus pede.
Hoje, é a festa do sim.

No sim de Maria se encontra o sim de toda a História da Salvação e começa ali o último sim do homem e de Deus."
E acrescentou o Papa, "Deus recria, como no início que com um sim fez o mundo e o homem, aquela Criação bonita" e agora com este sim "maravilhoso recria o mundo, recria todos nós.
É o sim de Deus que nos santifica, que nos faz ir adiante em Jesus Cristo":
E o Papa reforça seu pensamento agora falando para todos:
"É um dia para agradecer ao Senhor e nos perguntar: Sou homem ou mulher do sim, ou sou homem ou mulher do não, ou sou homem ou mulher que olha para o outro lado para não responder? Que o Senhor nos dê a graça de entrar neste caminho de homens e mulheres que souberam dizer sim. " (JSG)

(Da Redação Gaudium Press, com informações RV)

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/77964#ixzz47t2Cojea
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