domingo, 3 de janeiro de 2016

SEJA SEMPRE FELIZ!



SER FELIZ (Papa Francisco)
Você pode ter defeitos, estar ansioso e viver irritado algumas vezes, mas não se esqueça que sua vida é a maior empresa do mundo.
Só você pode evitar que ela entre em decadência. Há muitas pessoas que precisam de você, te admiram e te gostam de sua companhia.
Eu gostaria que você se lembrasse que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, um caminho sem acidentes, trabalho sem cansaço, relacionamentos sem decepções.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros. Ser feliz não é somente valorizar o sorriso, mas também refletir sobre a tristeza.
Não é apenas comemorar o sucesso, mas sim aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter alegria com os aplausos, mas ter alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas sim uma conquista para quem sabe viajar para dentro de seu próprio ser.Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor de sua própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no fundo de nossa alma.
É agradecer a Deus cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
É beijar os filhos, mimar aos pais, ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos machuquem.
Ser feliz é deixar livre a criatura alegre e simples que vive dentro de cada um de nós. É ter maturidade para dizer "errei". Ter ousadia para dizer "me perdoe". Ter sensibilidade para expressar "te preciso". É ter capacidade de dizer "te amo".
Que sua vida se transforme num jardim de oportunidades para ser feliz. Que em suas primaveras seja um amante da alegria. E em seus invernos seja amigo da sabedoria. E que quando você erre no caminho, comece tudo de novo.
Pois assim será mais apaixonado pela vida. E descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas sim usar as lágrimas para regar a tolerância. As perdas para aprender a ter paciência. As falhas para esculpir a serenidade. A dor para lapidar o prazer. Os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Nunca desista...
Nunca desista das pessoas que você ama.
Nunca desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível.
E você é um ser humano especial. Agora sim. Tome um pouco de seu tempo para ler e processar tudo.

Papa Francisco
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SEJA SEMPRE FELIZ! (Irmão Teófilo Aparecido)

“A alegria não está nos objetos, mas no mais íntimo do coração; podemos senti-la tanto no mais fino palácio, quanto na mais fria prisão”.

Essa frase foi atribuída a Santa Teresinha por uma sua biógrafa, Mônica S. A própria vida dessa santinha mostra que, se ela não disse isso, pelo menos viveu. Quanto a mim, sonhei nesta noite com esse tema. Foi motivado por uma carta que recebi do meu amigo preso, de que já falei muitas vezes. Ele se intitula “O preso mais feliz do mundo”. Como pode um preso ser feliz numa prisão? Ora, Sta. Teresinha dizia que isso é possível!

A carta do meu amigo talvez explique um pouco isso:
“Caro Teófilo! A paz esteja com você! Um amigo meu que mora numa cidade do interior paulista achou contraditório que eu escrevesse essa frase, “o preso mais feliz do mundo”, no final de uma carta em que eu lamentava alguns dissabores da caminhada, motivados pela prepotência de alguns dos meus chefes da firma onde trabalho. Como você sabe, eu estou no semiaberto.”

“Essa estranheza se dá quando temos em mente uma definição materialista de 'felicidade'. O que entendo por 'ser feliz'? O próprio Jesus pareceu contraditório quando disse: “Felizes os pobes... os aflitos... os que choram... os mansos... quando vos perseguirem...”

“Ser verdadeiramente feliz depende muito de nossas opções, de nosso objetivo de vida. Para mim, ser feliz é saber que se está caminhando com Jesus rumo á eterna felicidade no paraíso. Os sofrimentos que encontramos pelo caminho são o “bom-bril” que limpa nossas manchas e sujeiras, tornando-nos limpos, leves e disponíveis para ajudar e estarmos em contato com outras pessoas, que talvez não estejam assim tão leves: muitas vezes estão carregadas de apegos, vícios, manias, má orientação de vida, avareza, ira, inveja, egoísmo, orgulho, vaidade, ambição, e tantas outras coisas. São essas coisas que nos tornam infelizes!”

“Ser feliz, caro Teófilo meu amigo, é, como dizia o bispo D. Lucas Moreira Neves, “ter-se em mãos”, como eu escrevi àquele meu colega de prisão agnóstico” (Confira o artigo na seção da pastoral carcerária de um dos nossos sites).

“Eu continuo, aqui na prisão, minha caminhada em direção ao paraíso, purificado pelos sofrimentos causados pelas incompreensões dos que nos chefiam. Os nossos guardas são excelentes, ótimas pessoas, e até se mostram nossos amigos, na medida do possível, mas alguns dos chefes de onde eu trabalho curtem no coração um tipo de frustração, de “dor de cotovelo”, até de inveja, e, pasme você, como uma pessoa livre pode sentir inveja de outra que está presa? Talvez pela sua cultura? Pela sua tranquilidade? Não sei. O que sei é que a realidade nossa é essa.”

“Podemos, sim, ser felizes em qualquer lugar. A primeira condição para isso é a oração contínua, que nos dará forças para ficarmos livres do pecado e de qualquer coisa que nos aprisione interiormente. Ser feliz não é não termos problemas e sofrimentos, mas é estarmos em paz, apesar dos problemas e sofrimentos”.

“Ser feliz é saber que somos amados por Deus, em qualquer situação em que estivermos, mesmo no pecado. É saber que ele nunca, mas nunca mesmo, nos abandonará. É estar ciente de que por mais que nos sintamos abandonados e, principalmente nós, presos, rechaçados pelos outros, Deus, Pai-e-Mãe eterno, estará nos carregando em seu colo e nos alimentando com seu próprio Corpo e Sangue”
“Teófilo, meu amigo, eu sou preso, mas sou feliz, E todo sodem, também, ser felizes. Basta que orem e nunca cometam pecado algum”.

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Amigos (as) leitores (as), acho que eu não preciso acrescentar nada! E vamos ser felizes, como esse meu amigo preso.(03/11/2012)


sábado, 2 de janeiro de 2016

OS PAIS DE STA. TERESINHA-CANONIZAÇÃO


Mais um casal de Santos no Céu: a canonização dos pais de Santa Teresinha do Menino Jesus




segunda-feira, 19 outubro 2015 por Terceiro Milênio






Uma preocupação do Papa são João Paulo II era a canonização de casais santos que muitas vezes não são notados. Nos acostumamos com santos apenas padres ou freiras; mas há muitos santos casados. O Papa falava em mostrar aos casais que o casamento é uma via fértil de santidade dos esposos. Então, ele queria beatificar e canonizar casais que fossem para os esposos exemplos de vida santa e intercessores no céu. A luta dos casais católicos para se manterem fiéis um ao outro por toda a vida, educando os filhos na fé do Cristo e da Igreja, torna-se uma “escola de santidade”, como foi com o casal Luis Martín e Maria Zélia,pais de Santa Teresinha.


São Paulo disse que a mulher santa, santifica seu esposo, e comparou o matrimônio com a união de Cristo e a Igreja. “Maridos, amai as vossas esposas como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela” (Ef 5,25). É esse amor de um pelo outro, que vai até à entrega da própria vida, que santifica o casal.


Neste domingo, 18 de outubro de 2015, o Papa Francisco canonizou os pais de Santa Teresinha. É a primeira vez que um Papa canoniza ao mesmo tempo um marido e sua esposa. Outros casais já foram canonizados, mas em datas diferentes.


Disse o Papa Francisco na homilia de canonização deles que : “Os Santos esposos Luís Martin e Maria Zélia Guérin viveram o serviço cristão na família, construindo dia após dia um ambiente cheio de fé e amor; e, neste clima, germinaram as vocações das filhas, nomeadamente a de Santa Teresinha do Menino Jesus.


O testemunho luminoso destes novos Santos impele-nos a perseverar no caminho dum serviço alegre aos irmãos, confiando na ajuda de Deus e na proteção materna de Maria. Que eles, do Céu, velem sobre nós e nos apoiem com a sua poderosa intercessão”.


Outros casais já foram canonizados, como: Santos Aurélio e Natália; Feliz e Liliosa; Santa Margarida e Malcolm Camore, reis da Escócia; São Luiz IX, rei da França e sua esposa Margarida de Proença; São Tomás More e Santa Jane Colt; Santa Francisca Romana e Lourenço de Ponziani e outros beatos e veneráveis.


O nosso Catecismo, quando fala da canonização dos santos diz:


“Ao canonizar certos fiéis, isto é, ao proclamar solene que esses fiéis praticaram heroicamente as virtudes e viveram na fidelidade à graça de Deus, a Igreja reconhece o poder do Espírito de santidade que está em si e sustenta a esperança dos fiéis, propondo-os como modelos e intercessores. “Os santos e as santas sempre foram fonte e origem de renovação nas circunstâncias mais difíceis da história da Igreja.” Com efeito, “a santidade é a fonte secreta e a medida infalível de sua atividade apostólica e de seu elã missionário”.(n.828)


Luís e Zélia Martin casaram-se em 1858. Ambos haviam aspirado entrar para a vida religiosa. De caráter contemplativo, mais silencioso, Luís, nascido em Bordéus, França, aos 22 de agosto de 1823 sonhara em ser monge cartuxo. Não foi aceito porque não sabia latim. Voltou a Alençon, onde residia com os pais, e aí montou uma relojoaria. Zélia tentou ser religiosa visitandina, mas a Superiora logo intuiu que a jovem não era chamada à vida religiosa. Ambos foram levados a desistir da vocação religiosa. Após o casamento, permaneceram convivendo como se fossem monges. Um confessor convenceu-os a ter filhos e, assim preparar almas para o céu.


Alençon é, na França, a capital da confecção de rendas; Zélia cursara a Escola de rendeiras e, aos 22 anos, estabelecera-se por conta própria. Ao casar, havia cinco anos que fabricava rendas. O seu negócio prosperava. O negócio de Luís era algo mais do que estagnante. Não demora em desistir da relojoaria e pôr-se a serviço da esposa. Como tantas mulheres modernas, em toda sua vida Zélia acumulara as tarefas de mulher, de mãe e de trabalhadora.


Eles tiveram nove filhos, sete meninas e dois meninos. Zélia intercedia por eles: “Senhor, dá-me muitos filhos, e que eles sejam todos consagrados a ti”. Oração atendida integralmente, pois cinco filhas serão religiosas!


Não havia nada de extraordinário na vida deste casal cristão. Sua vida é simples, decididamente voltada para Deus, que está no centro: missa diária, devoção ao Sagrado Coração de Jesus, participação em alguns movimentos de igreja… Seu amor é profundo. “Estou ansiosa para estar perto de ti, meu querido Luís” – escreve Zélia durante uma viagem. “Eu te amo de todo meu coração e ainda agora sinto redobrar minha afeição pela experiência da privação de tua presença.” Eles se completam harmoniosamente, tomam juntos as decisões importantes referentes ao casamento e ao trabalho. São generosos com os pobres e os infelizes.


Os dois têm um grande desejo de ser santos. Para isso, vivem com fidelidade suas obrigações de estado, exercendo seu trabalho e dando o melhor de si para a educação de seus filhos.


Eles experimentam a provação de perderem dois filhos e duas filhas ainda criancinhas. Uma de suas filhas, Leônia, manifesta um caráter difícil e lhes dá preocupações. Mas isso não altera, em seus pais, a confiança em Deus, que redobram as orações por ela: “Quanto mais percebo sua dificuldade, mais eu me convenço de que o Bom Deus não permitirá que ela permaneça nesse estado. Vou rezar tanto que Ele se abrandará”. Esta oração será atendida pois Leônia será também religiosa visitandina e é considerada, entre as Martin, como a que melhor entendeu e viveu a pequena Via de sua irmã Teresa.


Desde 1864, Zélia começou a sentir os primeiros sintomas do câncer de mama que a levará para Deus em 1877. Ela assume com coragem sua doença e se dedica a seus filhos e a seu trabalho até o fim. Ela fala em viver simplesmente o instante presente, que é onde Deus se revela, dando-nos uma lição de confiança: “Eu me resigno a todos os acontecimentos adversos que me vêm ou que me podem vir. Eu penso: foi Deus quem quis assim! E não penso mais nisso!”. Zélia morre com 46 anos em 28 de agosto de 1877. Teresa tem 4 anos e meio.


Depois de sua morte, Luís se muda para Lisieux, para casa Buissonnets. Ele vendeu todos os seus negócios e dedicou-se inteiramente à educação de suas cinco filhas. Primeiro Paulina, primogênita, depois Maria, entraram no Carmelo. Teresa anuncia-lhe o desejo de ir também. Apesar da dor da separação, Luís apoia totalmente a escolha de sua filha.


Luís Martin tem consciência de todas as graças que recebeu do Senhor. Ele conta a suas filhas que faz esta oração: “Senhor, é demais! Sim, sou muito feliz. Mas não é possível ir ao céu desta maneira. É preciso que eu sofra um pouco por Vós…”. E ele se oferece. Pouco tempo depois ele experimenta a terrível humilhação da doença mental, consequência de uma arteriosclerose. Ele é internado no Bom Salvador em Caen, um hospital onde se tratam os loucos. Mais tarde Teresa compreenderá que Deus permitia esta dolorosa provação para sua glória e de seu pai. Assim, ela pôde escrever: “Os três anos do martírio de meu pai pareceram-me os mais amáveis, os mais frutuosos de toda nossa vida. Eu não os trocaria por todos os êxtases e as revelações dos santos.” (MS A 73rº). Em 29 de julho de 1894, Luís Martin morreu tranquilamente.


Célia disse em uma carta:


“Ao ter filhos, nossas ideias mudaram muito; não vivíamos senão para eles, estando ai a nossa felicidade, e em nenhuma outra parte , fora deles, encontramo-la. Enfim, nada mais nos custava; o mundo já não nos preocupava. Tal era a minha grande compensação; eu também desejei ter muitos filhos para educa-los para o céu”.


Um dia ela escreveu: “Meu marido é um santo”. Santa Teresinha nasceu quando Célia tinha 41 anos, já doente e fragilizada. Ela disse: “Quando medito… que depositei toda a minha confiança em Deus e que coloquei em suas mãos os cuidados das minhas coisas e as do meu marido, não posso duvidar de que sua divina Providência vela com especial cuidado de meus filhos”.


Os dois iam a Missa todos os dias e rezavam com a família as orações diárias aos pés de uma imagem da Virgem Maria.


Que neste dia especial, inspirados pelo exemplo de Luís Martín e Maria Zélia, peçamos a Deus que nasçam muitos outros casais santos, dispostos a lutar pela vida, por Deus e pela Igreja!


Contemos sempre com estes nossos intercessores no Céu.


São Luís Martin e Santa Maria Zélia Guérin, rogai por nós!


 Luís Martin (1823-1894) e Zélia Guérin (1831-1877), pais de Sta. Teresinha 






Ele era relojoeiro; ela rendeira: de origem burguesa, santos por eleição. São eles: Luís Martin (1823-1894) e Zélia Guérin (1831-1877) os pais de Teresa do Menino Jesus. É o segundo casal de esposos depois de Luís e Maria Beltrame Quattrocchi, beatificados em 2001 por João Paulo II que é elevado às honras dos altares.


Ambos eram filhos de militares e foram educados num ambiente disciplinado, severo, muito rigoroso e marcado por um certo jansenismo ainda rastejante na França da época. Os dois receberam uma educação de cunho religioso: nos Irmãos das escolas cristãs, Luís; nas Irmãs da adoração perpétua, Zélia. Ao terminar os estudos, no momento de escolher o próprio futuro, Luís orientou-se para a aprendizagem do ofício de relojoeiro, não obstante o exemplo do pai, conhecido oficial do exército napoleónico. Zélia, inicialmente, ajudava a mãe na administração da loja de família. Depois, especializou-se no "ponto de Alençon" na escola que ensina a tecer rendas. Em poucos anos os seus esforços foram premiados: abriu uma modesta fábrica para a produção de rendas e obteve um discreto sucesso.


Ambos nutrem desde a adolescência o desejo de entrar numa comunidade religiosa. Ele experimentou pedir para ser admitido entre os cónegos regulares de Santo Agostinho do hospício do Grande São Bernardo nos Alpes suíços, mas não foi aceite porque não conhecia o latim. Também ela tenta entrar nas Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, mas compreende que não é a sua estrada.


Durante três anos Luís vive em Paris, hóspede de parentes, para aperfeiçoar a sua formação de relojoeiro. Naquele período foi submetido a muitas solicitações por parte do ambiente parisiense impregnado de impulsos revolucionários. Aproximou-se até de uma associação secreta, mas afastou-se imediatamente. Insatisfeito com o clima que se respirava na capital, transferiu-se para Alençon, onde iniciou a sua atividade, conduzindo até à idade de 32 anos um estilo de vida quase ascético. Entretanto, Zélia, com a receita da sua empresa, manteve toda a família, vendendo rendas para a alta sociedade parisiense. O encontro entre os dois acontece em 1858 na ponte de São Leonardo em Alençon. Ao ver Luís, Zélia percebeu distintamente que ele seria o homem da sua vida.


Após poucos meses de noivado, casam. Conduzem uma vida conjugal no seguimento do Evangelho, ritmada pela missa quotidiana, pela oração pessoal e comunitária, pela confissão frequente, pela participação na vida paroquial. Da sua união nascem nove filhos, quatro dos quais morrem prematuramente. Entre as cinco filhas que sobreviveram, está Teresa, a futura santa, que nasceu em 1873. As recordações da carmelita sobre os seus pais são uma fonte preciosa para compreender a sua santidade. A família Martin educou as suas filhas a tornar-se não só boas cristãs mas também honestas cidadãs. Aos 45 anos Zélia recebe a terrível notícia de que tinha um tumor no seio. Viveu a doença com firme esperança cristã até à morte ocorrida em Agosto de 1877.


Com 54 anos, Luís teve que se ocupar sozinho da família. A primogénita tem 17 anos e a última, Teresa, tem 4 e meio. Então, transferiu-se para Lisieux, onde morava o irmão de Zélia. Deste modo, as filhas receberam os cuidados da tia Celina. Entre os anos de 1882 e 1887 Luís acompanhou as três filhas ao carmelo. O sacrifício maior para ele foi afastar-se de Teresa que entra para as carmelitas com apenas 15 anos. Luís foi atingido por uma enfermidade que o tornou inválido e que o levou à perda das faculdades mentais. Foi internado no sanatório de Caen. Morreu em Julho de 1894.