sábado, 9 de agosto de 2014

CATECISMO BÁSICO




  • 1 – A CRIAÇÃO DO MUNDO E DO HOMEM.

         Deus criou tudo o que existe, mas não sabemos como. A história bíblica pode ser lida na teoria evolutiva deDarwin, desde que coloquemos Deus como autor de tudo.
    O homem e a mulher foram criados talvez de maneira evolutiva, mas a alma foi criada diretamente por Deus, e não depende da evolução.
        O pecado original é uma decisão humana de viver independentemente de Deus e só o Baismo nos reintegra em sua Graça e em seus maravilhosos dons. De certa maneira subsituiu a circuncisão.
    Esta matéria se encontra de modo mais detalhada na página principal do bloguinho no mês de agosto. Basta clicar nos títulos desejados.

         O paraiso terrestre, diz o frei Carlos Mesters, é um projeo ainda a se realizar, e não algo que já se passou. Pode ser ligado a Isaías 11,1-9.


    2 – O POVO DE DEUS

        Deus escolheu Abraão para formar o seu povo em 1850 antes de Cristo. Em 1600 esse povo foi morar no Egito, formou as 12 tribos e em 1250 foi libertado por Moisés da escravidão que o Faraó lhe impunha. Ficou 40 anos no deserto, recebeu os 10 mandamentos.
    Na Palestina foi chefiado pelos juizes e depois pelos reis. Os três primeiros reis foram Saul, Davi e Salomão. Os profetas surgiram com Samuel, que foi também o último juiz.
        Depois de Salomão o reino dividiu-se em dois: Israel e Judá, e no século 8º antes de Cristo perdeu a liberdade (e nunca mais a recuperou). Foi exilado para a Babilônia e só voltou no século 6ª antes de Cristo.
        Jesus Cristo nasceu durante os únicos 14 anos de paz vividos pelo Império Romano, no governo do Imperador Augusto.

    3 – JESUS CRISTO

        Jesus Cristo nasceu no ano 6a.C. Aproximadamente (houve um erro na contagem antiga) em Belém. Ele é 100 porcento (totalmente) Deus e 100 porcento (totalmente) homem, e aceitou viver como um ser humano igual a nós em tudo, menos no pecado, aceitando a morte e morte de cruz, não usando, portanto, o seu poder divino para livrar-se da morte prematura.
         Ele viveu de modo pobre,humilde. É misericordioso e por isso nos acolhe e nos perdoa sempre, nos amando tanto como Deus quanto como homem. Nossa atitude dever ser sempre de conversão, ou seja, de deixar o pecado e abraçar a vida santa com ele.

    4 – OS ENSINAMENTOS DE JESUS

        Jesus nos ensina que devemos:
    1. - viver uma vida simples e modesta, não ambicionar uma vida baseada em coisas supérfluas e muito menos pecaminosa, como na avareza, no egoismo, individualismo, mas viver na misericordia e na caridade, na simplicidade, no acolhimento, na paciência.
    • amar sempre e a todos.
    • dar um bom exemplo de santidade e para isso, vigia sempre para não pecar;
    • escolher o caminho do bem, baseado em Jesus;
    • nunca pecar; sempre agir em favor dos demais, principalmene dos doentes e necessitados;
    • ser sempre gratos a Deus;
    • rezar diariamente, talvez dando o dízimo de nosso dia em oração a Deus, que seriam duas horas e vinte e quatro minutos;
    • oferecer os sofrimenos a Deus como reparação dos nossos pecados e confiar sempre nele, que é nosso Pai e cuida de nós (1ªPedro 5,7);
    • ler sempre e meditar o sermão da montanha em Mateus (Mt 5;6;7) ou o da planície de Lucas (Lc 6,20-49);
    Jesus resumiu os mandamentos em três, que na verdade são um só: 1º Amar a Deus sobre todas as coisas; 2º amar ao próximo; 3º como amamos a nós mesmos.                                                                                 
    5 – A IGREJA CATÓLICA

        Teve início com Jesus Cristo e os Apóstolos, que transmitiram a missão recebida por Jesus pela imposição das mãos, até hoje. A isso chamamos Sucessão Apostólica.
    Nosso único pastor é Jesus Cristo, mas seus servos imediatos são o papa, os bispos, os padres e os diáconos, quando celebram os Sacramentos acompanhados pelos cristãos leigos, quando praticam a caridade e seus ensinamentos, e os transmitem aos demais.
    Nossa Igreja é organizada deste modo:
    • as famílias formam as comunidades;
    • as comunidades formam as paróquias;
    • as paróquias formam as dioceses;
    • as dioceses formam as províncias eclesiásticas, com quatro ou cinco dioceses cada uma;
    • a diocese principal de uma província eclesiástica se chama arquidiocese, e o seu bispo é chamado de arcebispo. Geralmente é a diocese mais velha que recebe esse título.
    • Os bispos recebem o grau da ordem em terceiro grau;
    • os sacerdotes (presbíteros) recebem o grau da ordem em segundo grau;
    • os diáconos, recebem o grau da ordem em primeiro grau.
    • O papa é apenas um bispo, o bispo de Roma;
    • os párocos cuidam das paróquias;
    • cardeal é um título que alguns bispos recebem. Podem votar no novo papa, mas qualquer pessoa batizada pode ser eleita papa, mesmo que seja casada. Na realidade isso funciona de modo diferente, mas nas normas da Igreja, QUALQUER PESSOA pode ser eleita papa, mesmo que seja cristão leigo;
    • religiosos são homens (sacerdotes ou leigos), e mulheres, que fazem os votos de castidade, pobreza e obediência e vivem em comunidade;
    • os sacerdotes diocesanos ou seculares são padres que só fazem o voto de celibato e, ao contrário do religioso, que obedece a um superior comunitário e a outro provincial, o padre diocesano só obedece ao seu bispo, na diocese em que está incardinado (registrado);
    6 – O CÉU, O PURGATÓRIO E O INFERNO
        Quando morremos vamos para o tipo de vida que escolhemos aqui na terra:
    • vamos ao paraiso, se vivemos uma vida santa, se deixamos Deus agir em nossa vida livremente;
    • ao purgatório, se morremos com impureza no coração ou, mesmo perdoados,não tivemos um arrependimento sincero e pleno dos pecados cometidos;
    • ao infernos, se desistimos de Deus aqui na terra

    7 – OS MANDAMENTOS DE DEUS

        Os três primeiros nos mandam amar a Deus de todo o nosso coração, sobre todas as coisas, e prestar-lhe culto em  comunidade;
         Os sete últimos nos mandam amar ao próximo e a nós mesmos, numa mesma intensidade. Não ama a si mesmo, por exemplo, quem cai nos vícios.

    8 – OS MANDAMENTOS DA IGREJA

        Ir à Missa aos domingos, comungar e confessar ao menos uma vez por ano (na Páscoa), jejuar e ficar sem comer carne na quarta-feira de cinzas e na Sexta-feira Santa, pagar o dízimo segundo o custume de cada paróquia.

    9 – A VENERAÇÃO DOS SANTOS

        Maria, os anjos e os santos, podem ser venerados, mas não adorados. Quando rezamos a eles, estamos na verdade pedindo que eles rezem conosco. As imagens só devem servir para nos lembrarmos deles, mas elas não têm poder algum em si mesmas.

    10 – OS ANJOS DA GUARDA

         Pode acreditar, pois eles existem mesmo, como nos ensina Mateus 18, 10, Atos 12,15, Gênesis 24,40, cap. 48,16, Êxodo 23,20-21. Eles só interferem em nossa vida se nós o permitimos, se nós pedirmos. Caso contrário, não podem nos ajudar. Eles oferecem a Deus tudo o que fazermos de bom e nos sugere o caminho a tomarmos nas dúvidas. Se você quiser, pode pôr um nome em seu anjo. Como ele já deve ter um, o que você lhe der é um tipo de pseudônimo, ou apelido. O meu se chama Ambrósio, e me ajuda muito. Mais do que você pensa.

    11 – MARIA

    • Sempre virgem, mesmo durante o parto;
    • sua concepção (quando foi concebida no útero de Santa Ana) foi imaculada, ou seja, ela não contraiu o pecado original;
    • já ressuscitou (sua assunção);
    • não teve outros filhos. Os chamados seus filhos na verdade são seus sobrinhos e primos. A maior prova disso é João 19,25-17, quando Jesus pede que S. João Apóstolo cuide dela. Se ela tivesse outros filhos, era dever e obrigação deles tomarem conta dela, como nos mostra, de certo modo, 1ª Timóteo 5,4, Deuteronômio 5,16 e Mateus 15,4.

    12 – TÍTULOS DE MARIA

        São como apelidos de uma mesma pessoa, a Mãe de Deus e nossa. Quando a chamamos de N. Sra. Aparecida, N. Sra. de Fátima, N. Sra. do Perpétuo Socorro, N. Sra. da Ponte, N. Sra. de Lourdes, etc, estamos chamando uma só pessoa, Maria de Nazaré, que ressuscitou e intercede por nós junto a seu Filho Jesus, como nas bodas de Caná. Jesus é o único intercessor entre Deus e os homens, mas sua mãe dá uma forcinha para nós junto a ele.

    13 – A MORAL DA IGREJA

        A moral ensinada por Jesus Cristo e ratificada pela Igreja é simples, mas difícil de ser seguida\\\;
    • O cristão nunca deve praticar ou participar de forma alguma de um aborto, seja qual for o motivo da gravidez;
    • o relacionamento sexual só é permitido dentro do matrimônio;
    • é proibido a qualquer pessoa roubar, defraudar, enganar, mentir ou praticar qualquer coisa parecida com isso;
    • nunca prejudicar a qualquer pessoa que seja, mesmo que seja inimiga;
    • não julgar para não ser julgado; quando for necessário fazer uma crítica, que seja feita de modo caridoso e com boas intenções. Nunca falar mal de qualquer pessoa; respeitar sempre;
    • não se permitir vícios de qualquer espécie;
    • frequentar a comunidade paroquial a que pertence, participando sempre que for possível da Missa, reuniões, escolas da fé, campanhas, do dízimo, da assistência aos pobres, doentes e necessitados;
    • ler sempre a bíblia e algum livro de espiritualidade;
    • ser pessoa trabalhadora, não ficar vivendo às custas de outras, a não ser se estiver doente;
    • deixar de lado a vaidade excessiva, o orgulho, a soberba, a prepotência. Ser sempre humilde, ou seja, aceitar as próprias limitações e nunca querer ser mais que os outros;
    • etc.
       
    Os demais assuntos, como Sacramentos, Liturgia, seria bom ler nos textos indicados ao lado, no mês de agosto, bastando para isso clicar sobre eles.





  • CURSO DE CATEQUISTA


    Formação de Catequista do site catequisar (a palavra se escreve com z : catequizar)


    Material para auxiliar os catequistas no seu aprendizado de como atuar na catequese. Para voltar a este  blog, basta clicar a seta que aparecerá à esquerda de sua tela.




    O que é catequese?

    Catequese com adultos: Maduros na fé?

    Sete características do líder

    Preparar (bem) um encontro de catequese

    5 dicas para preparar a Reunião de Pais

    Como elaborar um encontro de catequese

    O Saber do Catequista: preparar-se para servir

    Vocação e Missão do Catequista

    O “Saber Fazer” na Catequese

    Escola espaço de cidadania!

    Cooperar é progredir juntos

    Jovens catequistas

    Viver e crescer em comunidade!

    Preparação para catequista

    Bíblia: comunicação de um Deus amor!

    Deus nos chama pelo nome!

    Formação de grupo de perseverança e grupo jovem

    Dezembro - É hora de rever a caminhada e renovar a esperança!

    Catequista profeta da comunidade

    Os Milagres de Cristo

    As parábolas no Evangelho

    A parábola nos textos de catequese - Capítulo 05

    A parábola como “laboratório” - Capítulo 04

    A parábola como “escola de catequese” - Capítulo 03

    Diante das parábolas - Capítulo 02

    A comunicação de Jesus por meio de parábolas - Capítulo 01

    A importância da reunião de Pais e catequistas

    A missão dos catequistas na comunidade cristã

    Competências

    Natureza e finalidade da catequese

    A prática do Portfólio
    Métodos na catequese
    Diálogo e comunicação na catequese
    Ser profeta no mundo das comunicações

    Leitura orante da Bíblia

    Ministério da coordenação

    Sugestões para trabalhar sobre sexualidade na catequese

    Organização na catequese

    Princípios para uma catequese renovada

    Catequese e vocação

    A formação para o serviço da catequese

    O Grupo de Catequistas

    Modelo Existencial

    Modelo Escolar

    Modelo Psicológico

    Modelo Doutrinário

    Métodos ou Modelos de Catequese

    "Regulamentos" do catequista

    Catequista "ideal"

    Cristo vive em nós


    Critérios para ser Catequista

    Qualidades de um bom Catequista

    sexta-feira, 8 de agosto de 2014

    OS 4 EVANGELHOS (ÍNDICE)


    MATEUS – INTRODUÇÃO
    MATEUS CAPÍTULO 01
    MATEUS CAPÍTULO 02
    MATEUS CAPÍTULO 03
    MATEUS CAPÍTULO 04
    MATEUS CAPÍTULO 05
    MATEUS CAPÍTULO 06
    MATEUS CAPÍTULO 07
    MATEUS CAPÍTULO -08
    MATEUS CAPÍTULO 09
    MATEUS CAPÍTULO 10
    MATEUS CAPÍTULO 11
    MATEUS CAPÍTULO 12
    MATEUS CAPÍTULO 13:
    MATEUS CAPÍTULO 14
    MATEUS CAPÍTULO 15
    MATEUS CAPÍTULO 16
    MATEUS, CAPÍTULO 17
    MATEUS CAPÍTULO 18
    MATEUS CAPÍTULO 19
    MATEUS CAPÍTULO 20
    MATEUS CAPÍTULO 21
    MATEUS CAPÍTULO 22
    MATEUS CAPÍTULO 23
    MATEUS CAPÍTULO 24
    MATEUS CAPÍTULO 25
    MATEUS CAPÍTULO 26
    MATEUS CAPÍTULO 27
    MATEUS CAPÍTULO 28 (ÚLTIMO)


    EVANGELHO DE MARCOS CAP. 01
    EVANGELHO DE MARCOS – CAPÍTULO 2
    EVANGELHO DE MARCOS – CAPÍTULO 03
    EVANGELHO DE MARCOS:- CAPÍTULO 04
    EVANGELHO DE MARCOS CAPÍTULO 05
    EVANGELHO DE MARCOS – CAPÍTULO 06
    EVANGELHO DE MARCOS CAPÍTULO 7
    EVANGELHO DE MARCOS – CAPÍTULO 8
    EVANGELHO DE MARCOS CAPÍTULO 9
    EVANGELHO DE MARCOS CAPÍTULO 10
    EVANGELHO DE MARCOS – CAPÍTULO 11
    EVANGELHO DE MARCOS CAPÍTULO 12
    EVANGELHO DE MARCOS – CAPÍTULO 13
    EVANGELHO DE MARCOS CAPÍTULO 14
    EVANGELHO DE MARCOS CAPÍTULOS 15 E 16





    EVANGELHO DE LUCAS - INTRODUÇÃO

    LUCAS CAPÍTULOS 23 E 24
    LUCAS CAPÍTULO 22
    LUCAS CAPÍTULO 21
    LUCAS CAPÍTULO 20
    LUCAS CAPÍTULO 19
    LUCAS CAPÍTULO 18
    LUCAS CAPÍTULO 17
    LUCAS CAPÍTULO 16
    LUCAS CAPÍTULO 15
    LUCAS CAPÍTULO 14
    LUCAS CAPÍTULO 13
    LUCAS CAPÍTULO 12
    LUCAS CAPÍTULO 11
    LUCAS CAPÍTULO 10
    LUCAS CAPÍTULO 09

    LUCAS CAPÍTULO 08
    LUCAS CAPÍTULO 07
    LUCAS CAPÍTULO 06
    LUCAS CAPÍTULO 05
    LUCAS CAPÍTULO 04
    LUCAS CAPÍTULO 03
    LUCAS CAPÍTULO 02
    LUCAS CAPÍTULO 01





    EV. JOÃO CAPÍTULO 01
    EV, JOÃO CAPÍTULO 02
    EV. JOÃO CAPÍTULO 03
    EV. JOÃO CAPÍTULO 04
    EV. JOÃO CAPÍTULO 05
    EV. JOÃO CAPÍTULO 06
    EV. JOÃO CAPÍTULO 07
    EV. JOÃO CAPÍTULO 08
    EV. JOÃO CAPÍTULO 09
    EV. JOÃO CAPÍTULO 10
    EV. JOÃO CAPÍTULO 11
    EV. JOÃO CAPÍTULO 12
    EV. JOÃO CAPÍTULO 13
    EV. JOÃO CAPÍTULO 14
    EV. JOÃO CAPÍTULO 15
    EV. JOÃO CAPÍTULO 16
    EV. JOÃO CAPÍTULO 17
    EV JOÃO CAPÍTULO 18
    EV. JOÃO CAPÍTULO 19
    EV. JOÃO CAPÍTULO 20
    EV. JOÃO CAPÍTULO 21 E CONCLUSÃO