sábado, 11 de fevereiro de 2012

5- O DOGMA E AS INDULGÊNCIAS


 Para ler: Mateus 16,19; João 8,31 - 32 e 1João 2,20.27

Ensinamento ou doutrina proposta com autoridade e explicitamente pela Igreja como revelada por Deus, exigindo-se a crença do Povo de Deus. Há algumas verdades doutrinárias na Igreja Católica que são estabelecidas como "dogmas da fé", ou seja, nenhum católico que queira continuar católico pode negar ou mudar aquilo.
Um dogma pode ser proposto pela Igreja numa proclamação solene (por exemplo, o dogma da Imaculada Conceição) ou através do magistério ordinário (por exemplo, a verdade de que a vida do ser humano inocente é inviolável). "Os dogmas são luzes no caminho da nossa fé, que o iluminam e o tornam seguro."
Isso é muito bom, por dois motivos: dão uma segurança incrível à nossa fé e impede que a Igreja Católica fique esfacelada como muitas outras religiões em que a interpretação das escrituras é plenamente livre e arbitrária.
Creia no que a Igreja ensina e tente saber a opinião correta que ela dá sobre este ou aquele assunto.
Eis alguns exemplos de dogmas: a Santíssima Trindade, a divindade de Jesus Cristo, a Imaculada Conceição de Maria, o Paraíso, o sacerdócio Ministerial, a Eucaristia.

INDULGÊNCIAS

do PAPA PAULO VI. Veja o documento integral do papa clicando aqui: AS INDULGÊNCIAS

Quando a pessoa confessa seus pecados, é perdoada por Deus e não corre o risco de ir para o Inferno. Entretanto, se não conseguiu se arrepender sincera e totalmente, ao morrer vai para o Purgatório a fim de se purificar, pois como afirma Apocalipse 21,27, coisa alguma impura entrará na Cidade Celeste.
As indulgências são tiradas do infinito saldo positivo da Redenção trazida por Jesus e de todas as pessoas que praticaram o bem em todos os tempos, e se santificaram.
A Igreja, diz S. Paulo, é como um corpo humano, um corpo Místico, ou seja, simbólico, mas real, em que tudo o que se faz de bom é absorvido pelos demais. Entretanto, o  contrário também é verdadeiro: tudo o que se faz de mal prejudica os demais.
Há a indulgência plenária, em que a pessoa fica livre de toda a pena devida aos pecados confessados e arrependidos, e a parcial, em que se limita em anos essa reparação das faltas cometidas. É como se a pessoa ficasse livre do Purgatório (a indulgência plenária) ou de parte do Purgatório (a indulgência parcial).
Para lucrar-se as indulgências é preciso, segundo o Papa Paulo VI:
N. 7. “Para adquirir a indulgência plenária é preciso fazer uma obra enriquecida de indulgência e preencher as seguintes três condições: confissão sacramental, comunhão eucarística e oração nas intenções do Sumo Pontífice. Requer-se além disso rejeitar todo o apego ao pecado, qualquer que seja, mesmo venial. Se falta essa plena disposição ou não se cumprem as supramencionadas condições, ficando intacta a prescrição da norma 11 para os que se acham "impedidos", a indulgência será apenas parcial”.
Para se lucrar as indulgências do rosário, por exemplo, é necessário rezar um Pai-nosso, uma Ave-Maria e um Glória pelo Papa e um Creio.
Para maiores detalhes, veja o documento no link : AS INDULGÊNCIAS.

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