segunda-feira, 12 de maio de 2014

O DOGMA NA IGREJA CATÓLICA


 Tirei este texto de um catecismo escrito por um amigo meu. Você pode encontrá-lo no site:

CATEQUIZAR

Para ler: Mateus 16,19; João 8,31 - 32 e 1João 2,20.27


Ensinamento ou doutrina proposta com autoridade e explicitamente pela Igreja como revelada por Deus, exigindo-se a crença do Povo de Deus. Um dogma pode ser proposto pela Igreja numa proclamação solene (por exemplo, o dogma da Imaculada Conceição) ou através do magistério ordinário (por exemplo, a verdade de que a vida do ser humano inocente é inviolável).

"Os dogmas são luzes no caminho da nossa fé, que o iluminam e o tornam seguro."

Há algumas verdades doutrinárias na Igreja Católica que são estabelecidas como "dogmas da fé", ou seja, nenhum católico que queira continuar católico pode negar ou mudar aquilo.

Isso é muito bom, por dois motivos: dão uma segurança incrível à nossa fé e impede que a Igreja Católica fique esfacelada como muitas outras religiões em que a interpretação das escrituras é plenamente livre e arbitrária.

Creia no que a Igreja ensina e tente saber a opinião correta que ela dá sobre este ou aquele assunto.

Eis alguns exemplos de dogmas: a Santíssima Trindade, a divindade de Jesus Cristo, a Imaculada Conceição de Maria, o Paraíso, o sacerdócio Ministerial, a Eucaristia.




CANONIZAÇÃO DOS 2 PAPAS

27 abril 2014 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Sem categoria
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VATICANO, 27 Abr. 14 / 09:00 am (ACI/EWTN Noticias).- Em uma cerimônia sem precedentes na história da Igreja, o Papa Francisco declarou santos a São João Paulo II e São João XXIII durante uma missa concelebrada por mais de mil pastores entre cardeais, bispos e sacerdotes, incluindo o Pontífice Emérito Bento XVI.

Esta é a íntegra da homilia que pronunciou o Papa Francisco:

No centro deste domingo, que encerra a Oitava de Páscoa e que João Paulo II quis dedicar à Divina Misericórdia, encontramos as chagas gloriosas de Jesus ressuscitado.

Já as mostrara quando apareceu pela primeira vez aos Apóstolos, ao anoitecer do dia depois do sábado, o dia da Ressurreição. Mas, naquela noite, Tomé não estava; e quando os outros lhe disseram que tinham visto o Senhor, respondeu que, se não visse e tocasse aquelas feridas, não acreditaria. Oito dias depois, Jesus apareceu de novo no meio dos discípulos, no Cenáculo, encontrando-se presente também Tomé; dirigindo-Se a ele, convidou-o a tocar as suas chagas. E então aquele homem sincero, aquele homem habituado a verificar tudo pessoalmente, ajoelhou-se diante de Jesus e disse: «Meu Senhor e meu Deus!» (Jo 20, 28).

Se as chagas de Jesus podem ser de escândalo para a fé, são também a verificação da fé. Por isso, no corpo de Cristo ressuscitado, as chagas não desaparecem, continuam, porque aquelas chagas são o sinal permanente do amor de Deus por nós, sendo indispensáveis para crer em Deus: não para crer que Deus existe, mas sim que Deus é amor, misericórdia, fidelidade. Citando Isaías, São Pedro escreve aos cristãos: ‘pelas suas chagas, fostes curados’ (1 Ped 2, 24; cf. Is 53, 5).

São João XXIII e São João Paulo II tiveram a coragem de contemplar as feridas de Jesus, tocar as suas mãos chagadas e o seu lado transpassado. Não tiveram vergonha da carne de Cristo, não se escandalizaram d’Ele, da sua cruz; não tiveram vergonha da carne do irmão (cf. Is 58, 7), porque em cada pessoa atribulada viam Jesus. Foram dois homens corajosos, cheios da parresia do Espírito Santo, e deram testemunho da bondade de Deus, da sua misericórdia, à Igreja e ao mundo.

Foram sacerdotes, bispos e papas do século XX. Conheceram as suas tragédias, mas não foram vencidos por elas. Mais forte, neles, era Deus; mais forte era a fé em Jesus Cristo, Redentor do homem e Senhor da história; mais forte, neles, era a misericórdia de Deus que se manifesta nestas cinco chagas; mais forte era a proximidade materna de Maria.

Nestes dois homens contemplativos das chagas de Cristo e testemunhas da sua misericórdia, habitava «uma esperança viva», juntamente com «uma alegria indescritível e irradiante» (1 Ped 1, 3.8). A esperança e a alegria que Cristo ressuscitado dá aos seus discípulos, e de que nada e ninguém os pode privar. A esperança e a alegria pascais, passadas pelo crisol do despojamento, do aniquilamento, da proximidade aos pecadores levada até ao extremo, até à náusea pela amargura daquele cálice. Estas são a esperança e a alegria que os dois santos Papas receberam como dom do Senhor ressuscitado, tendo-as, por sua vez, doado em abundância ao Povo de Deus, recebendo sua eterna gratidão.

Esta esperança e esta alegria respiravam-se na primeira comunidade dos crentes, em Jerusalém, de que nos falam os Atos dos Apóstolos (cf. 2, 42-47). É uma comunidade onde se vive o essencial do Evangelho, isto é, o amor, a misericórdia, com simplicidade e fraternidade.

E esta é a imagem de Igreja que o Concílio Vaticano II teve diante de si. João XXIII e João Paulo II colaboraram com o Espírito Santo para restabelecer e atualizar a Igreja segundo a sua fisionomia originária, a fisionomia que lhe deram os santos ao longo dos séculos. Não esqueçamos que são precisamente os santos que levam avante e fazem crescer a Igreja. Na convocação do Concílio, João XXIII demonstrou uma delicada docilidade ao Espírito Santo, deixou-se conduzir e foi para a Igreja um pastor, um guia-guiado. Este foi o seu grande serviço à Igreja; foi o Papa da docilidade ao Espírito.

Neste serviço ao Povo de Deus, João Paulo II foi o Papa da família. Ele mesmo disse uma vez que assim gostaria de ser lembrado: como o Papa da família. Apraz-me sublinhá-lo no momento em que estamos a viver um caminho sinodal sobre a família e com as famílias, um caminho que ele seguramente acompanha e sustenta do Céu.

Que estes dois novos santos Pastores do Povo de Deus intercedam pela Igreja para que, durante estes dois anos de caminho sinodal, seja dócil ao Espírito Santo no serviço pastoral à família. Que ambos nos ensinem a não nos escandalizarmos das chagas de Cristo, a penetrarmos no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama”.


A RELIGIÃO COMPLEXA E POLÊMICA

Religião: Complexa e Polêmica
Disse Jesus: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, que percorreis o mar e a terra para fazer um prosélito, mas, quando conseguis conquistá-lo, vós o tornais duas vezes mais digno do inferno do que vós” (Mt 23, 15).

O sistema religioso é complexo e polêmico. Religião, política e capitalismo andam juntos e misturados. Esse assunto é altamente complicado.

Há várias modalidades de transmitir a doutrina religiosa, como por exemplo, na forma proselitista e imperiosa.

Saber o conteúdo em profundidade do esquema doutrinário religioso é impossível. No entanto, o que sabemos muito bem é a pregação nos demasiados sermões de amor, caridade, fé, esperança, felicidade, conversão, adoração, céu, paraíso, anjos, almas e eternidade.

Na teoria tudo são lindo e maravilhoso, na prática a diferença é escandalosa. Não existe um sistema que dissimula, que esconde, que impera a hipocrisia do que o sistema religioso. A melhor máquina para alienar, manipular, condicionar e escravizar é a religião. E a ferramenta que nunca estraga, que não perece, não desvaloriza e que não tem prejuízo é “Deus!”. Em nome de Deus, já se cometeu as mais terríveis carnificinas.

Tudo por maldade, pelo poder e pela ganância do dinheiro, pela idolatria de seus ídolos capitalistas, pelo culto a personalidade e pelas luxúrias bacanais.

De tanto falar em Deus de amor, de caridade ao próximo, do sagrado, do sobrenatural, da paz, da salvação eterna, de fraternidade e de um planeta para todos, na prática resulta em tanta incompatibilidade, perseguição, inimizade, separação, cisma, detração, inveja, assassinato de reputação e escândalos. Muitos líderes religiosos são capitalistas cruéis verdugos. A falácia é a atitudes destes. Religiosos sofistas são inimigos ferrenhos dos verdadeiros seguidores de Jesus de Nazaré.

Será que não seria diferente se a religião fosse de fato e de verdade um sistema de guerra aberta e declarada, mas que na prática tudo fossem “paz e amor”, “vida e felicidade abundante”, “pão e rosas” para todos, “riquezas e salvação do planeta e da humanidade”. Que se falasse muito do diabo, mas que na prática as atitudes fossem de anjos bons, de cismas, mas a unidade e a comunhão sempre em primeiro lugar. 

Os sermões dos líderes religiosos fossem tomados pelo o ódio e pela perseguição, no entanto, no dia-a-dia vivessem a fraternidade e o amor. Se o conteúdo doutrinário fosse perverso, mas que no cotidiano fosse de bondade. Que os líderes religiosos pregassem o fanatismo e a boçalidade, todavia, os fiéis vivessem a tolerância e a intelectualidade pós-moderna. Que os líderes religiosos ensinassem o capitalismo e a luxúria, mas vivessem na pobreza e na santidade.

É infernal, diabólico e criminoso ler o livro sagrado, orar, está no templo, ofertar, dizimar ser líder religioso e não praticar as virtudes divinas, não compartilhar o bem comum e não trabalhar pela amizade do irmão e pela partilha do pão de cada dia.

Escreve São Tiago Apóstolo: “A religião pura e sem mácula diante de Deus, nosso Pai, consiste nisto: visitar os órfãos e guardar-se livre da corrupção do mundo” (Tg 1,27).
Afirma o premiado historiador, biógrafo, crítico inglês e autor do livro Guerra Santa: como as viagens de Vasco da Gama transformaram o mundo, Nigel Cliff: “A cooperação, às vezes, se desenvolve, mas as guerras santas nunca terminam” (*).

Pe. Inácio José do Vale
Pesquisador de Seitas
Professor de História da Igreja
Instituto de Teologia Bento XVI
Sociólogo em Ciência da Religião


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CORPOS INCORRUPTOS




 Estes são milagres da Igreja Católica pouco comentados. A primeira, Santa Bernardete, parece que está dormindo. Quero lembrar que há uma série de sites e blogs na internet desmentindo tudo o que está aqui postado, geralmente de protestantes e pessoas não católicas. Acho que estes milagres não são tão importantes para a nossa fé. Devemos crer sem ver. Mas que são interessantes, isso não podemos negar. Veja a foto do corpo de Santa Bernardete. Que paz nos transmite! Se isso for embuste, foi um embuste de uma arte finíssima, que vale a pena ser valorizada. 


VEJA ESTES E OUTROS CORPOS CLICANDO AQUI:  
 CORPOS INCORRUPTOS



SANTA BERNARDETE



SÃO PIO DE PIETRELCINA. Morreu em 1968 e seu caixão foi aberto em 2008, tendo sido encontrado dessa forma que a foto mostra.






s. vicente de paulo



são João Maria Vianney, o "Cura D'Ars"




Santa Catarina Labouré



Santa Backita


                                                    Beata Ana María Taigi 
                                           (Leiga Terciaria Trinitaria, con banho de cera


Beato Alessio de Riccione

Beato Aloysius Stepinac
(bispo Mártir con banho de cera

Beato Ángelo de Acri, capuchino
con una mascarilla de cristal para proteger el rostro




Anselmo de Biaggio, San(sin tratamiento ninguno, cuerpo seco



Santa AureliaRevestida de cera
Jacinta Marto, beata (vidente de Fátima)Murió el 20 de febrero de 1920. Su cuerpo reposa junto con el del Beato Francisco, en el crucero de la Basílica, en Fátima. Mas>>>
 



 -San Juan Newman
sin tratamiento alguno de cera
O
bispo de Philadelphia, USA



Beata María de San JoséFundadora de las Agustinas de Sta. Rita  con baño de cera





Beata Osanna de Mantua(Monja Dominica Estigmatizada: sin tratamiento

Santa María Francisca de las Cinco Llagas






Venerable María de Jesús de Ágreda
 
(con fina capa de cera y color para quitar el color marfil de su piel al natural
Su madre de la Venerable Madre de Ágredatambién
se conserva en el mismo Monasterio: incorrupta


Beata Mattia Nazarei


San Pío X(con mascara de plata porque su rostro no está
muy bien conservado, pero el cuerpo si), 


Rita de Cassia (Agostiniana, com tratamento bem posterior de cera),

com banho de cera, feito séculos depois de sua morte
Stéfano Bellesini, Beato(con baño de cera tanto el cuerpo como el hábito),
siglos después)







Parece ter morrido aos 60, (ano de 1600) mas tinha 93 anos de idade. Está em Puebla de Los Angeles, México


Beato Sebastián de Aparicio
Parece un hombre de 60 años. Murió en el 1600 a los 93 años de edad.
Está e
n urna de cristal, en el convento franciscano de Puebla de los Angeles, México






Vicente de Paulo, (con fina capa de cera),
M
uere el 27 de septiembre de 1660, poco ante de las cuatro de la mañana, a la hora que solía levantarse para servir a Dios y a los pobres. En 1712, 52 años más tarde, su cuerpo fue exhumado por el Arzobispo de París, dos obispos, dos promotores de la fe, un doctor, un cirujano y un número de sacerdotes de su orden, incluyendo al Superior General, Fr. Bonnet. "Cuando abrieron la tumba todo estaba igual que cuando se depositó. Solamente en los ojos y nariz se veía algo de deterioro. Se le contaban 18 dientes. Su cuerpo no había sido movido, se veía que estaba entero y que la sotana no estaba nada dañada. No se sentía ningún olor y los doctores testificaron que el cuerpo no había podido ser preservado por tanto tiempo por medios naturales. Mas de S. Vicente>>>
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