sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

LUCAS CAPÍTULO 10



Lucas 10,1-16- MISSÃO DOS SETENTA E DOIS DISCÍPULOS 

Por favor, veja o que foi dito em Lucas 9,1-6.

Lucas 10,17-24 - A ALEGRIA DOS APÓSTOLOS

Os discípulos regressam da missão conscientes de terem libertado os homens do mal moral e físico (v.17), fazendo uso do poder messiânico ( o nome de Jesus). O v. 20, entretanto, lembra que não é a libertação que conta, mas o fim a que conduz: a participação do homem no Reino de Deus (MC).

Fazer Satanás "cair dos céus" é tornar as cidades mais humanas, é lutar contra as segregações de todo tipo, é suprimir as causas da opressão, reformar as estruturas políticas, quando estas se mostram incapazes de resolver os problemas da sociedade moderna (moradia, ensino etc), aliviar as doenças, a velhice, o isolamento. Repelir as pressões que arrastam as pessoas ao vício e à injustiça (MC).

Lucas 10,25-37 - O GRANDE MANDAMENTO

A pergunta do jurista não se refere tanto ao primeiro mandamento, mas à posse da vida eterna (v. 25; Lucas 18,18). Entretanto, o que ele quer mesmo saber é com quem praticar esse mandamento, ou seja, quem é o "próximo". Jesus responde à pergunta contando a parábola do bom samaritano: tornar melhor o mundo significa você procurar ser o próximo para os outros. É fazer com que todos sejam o seu próximo. (MC).

Felizes os que procuram diminuir os próprios gastos para poderem ajudar os que necessitam!(MC)

Lucas 10,38-42 - MARTA E MARIA

As duas irmãs reaparecem aqui com os mesmos traços característicos do relato da ressurreição de Lázaro (Jo 11,1-44). "Pouca coisa é necessária": sentar-se aos pés de Jesus e ouvi-lo. O discípulo que está "a caminho" com o Senhor não deve preocupar-se ou se agitar "por muitas coisas". O tempo é muito curto para que nos preocupemos com cuidados materiais, pelo excessivo pensamento das realidades terrestres. A atenção do Mestre, a escuta de sua palavra, é para o discípulo " a melhor parte, que não lhe será tirada". Lucas, porém, não visa a contemplação ociosa, mas a entrega à ação concreta e exigente, como em Lucas 8,15 (MC).

Eu diria que este texto nos ensina que a ação que fazemos, se não estiver de acordo com a vontade de Deus, é uma ação perdida. Na oração e na contemplação descobrimos qual é a vontade de Deus em relação à nossa ação. As duas devem estar unidas.

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