quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

A CRIAÇÃO DO HOMEM



   
Deus criou o mundo de tal forma que nele pudéssemos viver, pois somos a obra mais importante de sua criação. Deus criou o homem à sua imagem e semelhança, ou seja, com a capacidade de pensar e agir livremente e viver para sempre. Deus nos criou para que pudéssemos morar com ele no céu e gozarmos sua presença, admirar sua beleza, fazer-nos felizes. Para deixarmos fora nosso egoísmo e aprendermos a partilhar, ele planejou tudo de tal forma que nos tornamos seus “sócios” na criação: cada vez que uma criança é concebida, Deus cria, naquele momento, uma alma imortal e ele se torna um ser humano, com direito a viver feliz no paraíso pelo resto da eternidade.

Deus não quer obrigar-nos a estar com ele. Por isso, deu-nos o livre arbítrio, pelo qual temos a vida toda para escolhermos essa vida feliz (o paraíso) ou estarmos longe dele (o inferno). Temos um tempo para estarmos aqui na terra a fim de decidirmos se vamos ou não ficar com Ele, criarmos nossos filhos, que vão continuar a cuidar do mundo, a fim de que outros possam existir e aqui viver, e amarmos a Ele e a todos os demais. Essa, pelo menos era a intenção de Deus. Só haveria a felicidade, pois Ele estaria sempre agindo em favor do ser humano que criara.

Quem morre sem ter escolhido Deus de modo pleno, mas buscou-o durante sua vida, vai para o Purgatório, até purificar-se, pois como diz o Apocalipse 21,27: “Na cidade celeste não entrará nada de imundo, nada que contamine, nada que cometa abominação e mentira”.

Aí houve a decisão dos primeiros seres humanos em agir por conta própria, em quererem ser donos da própria vida, iguais a Deus, até mesmo desejando superar Deus e não depender dele. Foi o chamado pecado original, simbolizado na bíblia (Gênesis capítulo 3) pelo fruto proibido.  O fruto proibido é símbolo da nossa ação de decidir o que é bom ou o que é mau. Só Deus pode nos dizer o que é bom ou mau. Isso que significa "conhecer o bem e o mal", faculdade que dava aquele simbólico fruto. 

 A partir de então, Deus abandonou o homem a seus próprios desejos e limitações, e só o ajuda se ele lhe pedir por isso. O ser humano passou a poder escolher se quer ir para junto de Deus, após a morte, ou ficar longe de Deus, apenas consigo mesmo. Ir para junto de Deus se chama ir para o céu; ficar longe de Deus se chama ir para o inferno.

Pelo Batismo, Jesus nos deu a possibilidade de entrarmos novamente debaixo da proteção divina, a fim de que possamos um dia ir para o céu, após terminarmos nossa missão aqui na terra. Isso é feito de muitos altos e baixos, pois às vezes o escolhemos, às vezes o desprezamos. Quando o desprezamos, ainda assim Ele nos dá, pelo arrependimento e pedido de perdão, a possibilidade de voltarmos a Ele. Sempre que pedirmos, o Pai nos perdoa, pelo sangue derramado voluntariamente por seu divino Filho Jesus Cristo, que viveu plenamente a vida que todos deveríamos viver: a dependência total e absoluta ao Pai.

Há infelizmente, um problema sério no modo de entendermos a criação do ser humano. A bíblia ensina de modo diferente da ciência. O problema que se coloca é: o homem foi criado diretamente por Deus, ou é um produto da evolução, como dizia Darwin?

Seja qual for o modo que acreditamos, basta que aceitemos que a criação é obra de Deus, mesmo que não saibamos exatamente como é que Ele a criou, se foi uma criação direta, como diz a bíblia, ou indireta, para nos adequarmos à ciência. Na verdade, somente os dois conhecimentos juntos nos dão uma ideia mais exata do que realmente ocorreu.

Se aceitarmos a evolução, para continuarmos cristãos deveríamos acreditar que foi Deus quem criou as almas dos primeiros seres humanos, utilizando, no caso, um animal já bem desenvolvido, a que a ciência dá o nome de primata. Essas primeiras pessoas seriam, no caso, Adão e Eva. Aliás, Deus continua a fazer isso, quando cria uma alma humana em cada ser humano que é concebido! A ciência diz que nós descendemos de um grupo de aproximadamente 2.500 desses primatas, que teriam sido originários da África.

Quanto ao pecado original, uma coisa é certa: o pecado de Adão e Eva não foi sexual, pois eles eram marido e mulher. O pecado deles foi mesmo de desobediência e o desejo de se igualarem a Deus, coo dissemos acima. Queriam viver independentes de Deus.

Diz o Frei Carlos Mesters, no livro “Paraíso Terrestre, Saudade ou Esperança?”, que o paraíso narrado no Gênesis é um objetivo de vida, e não algo que perdemos. É um “plano” de vida para nós todos, que Deus gostaria que existisse, como Isaías 11 nos narra: O lobo vivendo com o cordeiro, a criança brincando com a serpente...

Para que haja isso é preciso muito empenho de nossa parte, e da parte dos milionários e tantos poderosos deste mundo, a fim de que a partilha torne a todos felizes. Sobretudo, é preciso que tenhamos mais fé em Deus, mais confiança na Providência Divina, e deixemos de adorar os falsos ídolos do dinheiro, vícios, fama, vaidade exagerada etc.


  
     Deus criou o homem à sua imagem e semelhança, ou seja, com a capacidade de pensar e agir livremente e viver para sempre. Entretanto, quis que o homem pudesse ser seu colaborador da vida humana sobre a terra, sendo mesmo seu “sócio”: o homem geraria o corpo e Deus infundiria a alma em cada criança gerada. E assim é ainda hoje.

     Sendo assim, o homem viveria um certo tempo aqui, criaria os filhos, veria seus netos, bisnetos e muitos até os tataranetos, e depois iria para o céu. Essa, pelo menos era a intenção de Deus. Só haveria a felicidade, pois Ele estaria sempre agindo em favor do ser humano que criara.

     Aí houve a decisão dos primeiros seres humanos em agir por conta própria, em quererem ser donos da própria vida, iguais a Deus, até mesmo desejando superar Deus e não depender dele. Foi o chamado pecado original, simbolizado na bíblia (Gênesis capítulo 3) pelo fruto proibido. A partir de então, Deus abandonou o homem a seus próprios desejos e limitações, e só o ajuda se ele lhe pedir por isso. O ser humano passou a poder escolher se quer ir para junto de Deus, após a morte, ou ficar longe de Deus, apenas consigo mesmo. Ir para junto de Deus se chama ir para o céu; ficar longe de Deus se chama ir para o inferno.

     Pelo Batismo, Jesus nos deu a possibilidade de entrarmos novamente debaixo da proteção divina, a fim de que possamos um dia ir para o céu, após terminarmos nossa missão aqui na terra. Isso é feito de muitos altos e baixos, pois às vezes o escolhemos, às vezes o desprezamos. 
 
     Quando o desprezamos, ainda assim Ele nos dá, pelo arrependimento e pedido de perdão, a possibilidade de voltarmos a Ele. Sempre que pedirmos, o Pai nos perdoa, pelo sangue derramado voluntariamente por seu divino Filho Jesus Cristo, que viveu plenamente a vida que todos deveríamos viver: a dependência total e absoluta ao Pai.

    
     Como eu já disse, esses primeiros seres humanos escolheram decidir a própria vida sem a ajuda de Deus, e prejudicaram toda a humanidade. Se quisermos a proteção de Deus novamente, temos que nos submeter ao Batismo e à sua santíssima vontade. Uma coisa é certa: o pecado de Adão e Eva não foi sexual, pois eles eram marido e mulher. O pecado deles foi mesmo de desobediência e o desejo de se igualarem a Deus. Queriam viver independentes de Deus.

        Pergunto: Você cuida bem da natureza?

Toma cuidado para não gastar água à toa, de não destruir a natureza?

Já plantou alguma árvore ou qualquer outra planta em sua vida?


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