terça-feira, 20 de junho de 2017

O CORAÇÃO DE JESUS




As revelações do Coração de Jesus encorajam o pecador à confiança



Redação (Terça-feira, 20-06-2017, Gaudium Press) Quando nos aproximamos da Festa do Sagrado Coração de Jesus julgamos muito oportunas as considerações que transcrevemos a seguir:


"Depois da vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo, a virtude própria dos pecadores deveria ser a confiança. Mas depois que o Coração de Cristo se manifestou ao mundo, essa confiança pode chegar aos limites da audácia.

Não foi esse Coração divino que, segundo as aparições de Paray-le-Monial, respondendo ao golpe da lança do Longino, derramou sobre ele não somente o perdão, mas a santidade e a graça do martírio?

Não é este Coração que alimenta os pecadores o sangue que eles fazem correr - como o pelicano alimenta as suas crias com o sangue do peito que elas lhe dilaceram (cf. Hino Adoro te devote) - e que não quis ser ferido nem aberto, segundo São Vicente Ferrer, senão para mostrar aos culpados a fonte inesgotável do perdão?

Não é, enfim, este Coração que do fundo do sacrário grita a todos:

Vinde a mim, todos que estais sobrecarregados, e Eu vos aliviarei (Mt 11,28)? Não está ele devorado por uma sede insaciável de curar?

E por acaso não lhe saciamos nós essa sede quando lhe levamos as nossas faltas para que as perdoe?".

Devemos observar que as almas iniciadas nos suaves segredos dos sentimentos íntimos do Coração de Jesus são justamente as que se convertem nos apóstolos mais zelosos da confiança depois do pecado e da arte de aproveitar as próprias faltas.

A vida de Santa Gertrudes contém muitos trechos sobre isso. Também Santa Margarida Maria de Alacoque repete com frequência: "O Coração de Jesus é o trono da misericórdia, em que os que melhor são recebidos são os miseráveis, desde que o amor os acompanhe no abismo das suas misérias".

"E quando cometerdes alguma falta, não vos perturbeis por isso, porque essa inquietação e a excessiva precipitação afastam a nossa alma de Deus e expulsam Cristo do nosso coração.

Pedindo-lhe perdão, supliquemos ao seu Sagrado Coração que satisfaça por nós e nos devolva à graça da sua divina Majestade. Digamos confidentemente, então, ao amável Coração de Jesus:

‘Ó, meu único amor, olhe para o seu pobre escravo e repare o mal que eu apenas cometi. Faça-me retornar à vossa glória, à edificação do meu próximo e à saúde da minha alma.'

Dessa maneira, nossas faltas muito nos servirão para nos humilhar e para reconhecermos quem somos e quanto nos é útil estar ocultos no abismo do nosso nada. Depois de terdes humilhado, voltai a ser fiéis, porque o Sagrado Coração gosta desta maneira de agir, que mantém a alma em paz".

("A Arte de Aproveitar as Próprias Faltas". Joseph Tissot. Ed. Cléofas e Cultor de Livros - in Comentários do Professor Felipe Aquino)



Autorizada a publicação desde que se cite a fonte.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

PAPA: CHAMAR A DEUS DE PAI!



Cidade do Vaticano (Quarta-feira, 07-06-2017, Gaudium Press) - Na manhã desta quarta-feira o Papa Francisco presidiu a Audiência Geral na Praça São Pedro, em Roma.
Na catequese, os milhares de peregrinos ouviram Francisco tratar do tema: a paternidade de Deus, fonte da nossa esperança. Ela foi, na verdade, uma breve meditação do trecho do Evangelho de São Lucas 11, 1-4.

Jesus ensina chamar Deus de Pai

O Papa afirmou que havia algo de fascinante na oração de Jesus. E tanto era assim que certo dia os discípulos, muito tocados, depois de verem Jesus retirar-se para a solidão, todas as manhãs e tardes, para entrar em oração, pediram que Ele os ensinasse a rezar.

Foi então que Jesus ensinou aquela que seria a oração cristã por excelência: o Pai nosso. Foi aí que Nosso Senhor ensinou a tratar Deus chamando-O de Pai.



O Pontífice destacou que todo o mistério da oração cristã se resume aqui, nesta palavra: ter a coragem de chamar Deus com o nome de Pai.

De fato, diz o Papa, chamar Deus com o nome de Pai não é supérfluo. Seriamos levados a usar títulos mais elevados que nos parecem mais respeitosos da sua transcendência. Pelo contrário, invocá-Lo como Pai nos coloca em relação de confidência, de intimidade com Ele, como uma criança que se dirige carinhosamente ao seu papai, sabendo ser amado e cuidado por ele.



No trato com Deus, a grande transformação do Cristianismo
O Santo Padre observou que esta foi a grande transformação que o cristianismo trouxe na psicologia religiosa do homem e da mulher: O mistério de Deus que sempre nos fascina e nos faz sentir pequenos, porém, não nos causa mais medo, não nos esmaga e nem nos angustia mais, destacou Francisco.

O Papa ainda acrescentou que foi uma mudança difícil de ser de ser acolhida no nosso ânimo humano, como observa o próprio evangelista quando afirma que as mulheres após terem visto o túmulo vazio e os anjos "saindo, fugiram do sepulcro, pois estavam a tremer e fora de si. E não disseram nada a ninguém porque tinham medo".
Mas Jesus revela-nos, disse o Papa, que Deus é Pai, um Pai bom e nos diz: "Não tenhais medo".

Pai que sente falta do filho

Nessa sua catequese, o Santo Padre faz a observação de que Deus não consegue estar sem nós. Por isso nunca estamos sozinhos, disse. Podemos até viver afastados d'Ele, ou até mesmo estar contra Ele; podemos chegar ao ponto de professar-nos como ateus, isto é, pessoas "sem Deus": Mas, Ele não pode estar sem nós, sublinha o Papa Francisco.

Parábola do Filho Pródigo, ou do Pai Misericordioso?


Na continuação de suas considerações de um Deus que podemos chamar de Pai, o Papa convidou a que se pensasse na parábola do Pai misericordioso.

O filho pródigo, depois de ter gasto tudo, regressa à casa onde nasceu, o pai não aplica critérios de justiça humana, mas antes de mais, sente a necessidade de perdoar e, com o seu abraço, faz o filho perceber que, durante todo o tempo da sua ausência, sentiu falta dele. O seu amor de Pai sofreu.

O Pontífice, para encerrar seu pensamento, sublinhou que, como Jesus ensinou e viveu, Deus é Pai, mas não à nossa maneira humana: nenhum pai deste mundo teria comportado como o Protagonista da parábola do filho pródigo...
Mas Deus comporta-se assim, Ele é Pai, e Pai Misericordioso.

Deus não pode estar sem nós

"Queridos irmãos e irmãs,(...) o Evangelho de Jesus revela-nos que Deus não pode estar sem nós: Ele jamais será um Deus "sem o homem". Esta certeza é a fonte da nossa esperança ínsita em todas as invocações do Pai-Nosso.
Quando precisamos de ajuda, Jesus não nos diz para nos resignarmos e fecharmos em nós mesmos, mas ensina-nos a elevar ao Pai do céu uma súplica confiante.

Todas as nossas necessidades, desde as mais evidentes e diárias como a alimentação, a saúde, o trabalho, até à necessidade de sermos perdoados e sustentados contra as tentações, não são uma prova de que estamos abandonados e sozinhos, mas que há um Pai amoroso nos Céus que sempre olha por nós e nunca nos abandona." (JSG)

(Da Redação Gaudium Press, com Informações RV)



segunda-feira, 12 de junho de 2017

O QUE É SER SAL DA TERRA?

( Do Diácono José da Cruz)

Evangelho Mateus 5, 13-16

Leitura: liturgiadiaria

"SAL DA TERRA E LUZ DO MUNDO"


Em uma sociedade marcada pela busca de poder, fama, prestígio e sucesso, a expressão de Jesus neste evangelho, corre o risco de ser mal compreendida “Vocês são a Luz do mundo”, isso por causa dessa busca desenfreada de um “glamour” que contamina até nossas comunidades onde Leigos ou mesmo o próprio Clero, todos querem ‘brilhar” naquilo que fazem, serem referência e ostentarem um carisma que inegavelmente os coloca em destaque perante os demais, prevalecendo nos corações envaidecidos uma única determinação “ninguém poderá brilhar mais que eu, na paróquia”.

Uma grande parte das discussões e conflitos nas reuniões pastorais, são por conta desse problema, que a gente vai camuflando e não quer admitir, haja visto a melindrosidade que ocorre em certas situações “não deixaram eu fazer tal coisa, não vou mais” ou “tiraram a minha função sem mais sem menos” ou uma que é ainda pior “Só a “panelinha” do padre é que tem vez na paróquia.... Tudo isso porque, muitos querem brilhar, se impor, ter prestígio, ser consultado nas grandes decisões. Fazem com a melhor das boas intenções, porém se algo ameaçar apagar á sua “luz”, logo se manifestam.Essa conduta nada tem a ver com o evangelho, mas ao contrário, são influencias perniciosas á Vida de Fé, que vem de fora da comunidade.

Ser Sal da terra e Luz do Mundo se refere ao testemunho cristão, não aquele dado na igreja, por ocasião de um retiro, mas aquele do dia a dia, onde em qualquer ambiente o SER CRISTÃO deve fazer a diferença, sua presença discreta, como uma pitada de sal, mas que contagia a todos.

Provoquei minha equipe de teólogos da comunidade, que me ajudam nas reflexões, a apresentarem exemplos de pessoas com esse perfil, pois se é verdade que nas comunidades cristãs há pessoas vaidosas, querendo brilhar e ser sempre “paparicadas”, há também alguns cristãos, dos quais a gente sente orgulho de chamar de irmãos, que na comunidade pouco aparecem pois são muito discretos, estão na assembleia, atentos a Palavra, sequiosos pelo alimento que lhes dá coragem de perseverar. Minha equipe trabalhou bem e trouxe-me alguns casos que ilustram esse evangelho.

A catequista Vera contou da Filha da Tiana, 17 anos de idade, auxiliar na catequese e participante do grupo de jovens, o namorado “forçou a barra” prá cima dessa jovem, e ela, com muita classe o ‘despachou”, e diante do argumento dele, de que todas as meninas “ficam” porque é uma coisa normal, a jovem disse que a sua referência não era o costume ou a moda, mas sim o evangelho de Jesus Cristo. Na patota teve gente que achou caretice, e até se afastaram dela, mas algumas meninas admiraram a atitude corajosa dessa jovem, e começaram a ter mais amizade com ela a partir desse dia.

Ainda na comunidade, falaram do Miro Motoqueiro, que entrega pizzas á noite, fatura menos que os outros porque respeita os sinais de Trânsito, não trafega na contra mão, e não esconde a placa da moto ao passar em alta velocidade no radar, mas obedece a velocidade estabelecida. Os outros ganham mais, são mais ligeiros e velozes porque burlam a lei, e certamente nesse mercado são mais competitivos, “Eu acho que o Miro é sal da terra, porque é diferente dos outros” – concluiu Vera, a catequista.

E por fim citaram a Dona Maria, uma nortista que tem até fama de “enfezada” que mora na área verde, frequenta comunidade, o marido vive bêbado e ela o trata com carinho e respeito, se desdobra para sustentar os três filhos e dia desses chamou a atenção de um traficante que estava “passando a conversa” no seu “caçula” de 12 anos, para ele ser “mula” no tráfico.

As vizinhas até chamaram a atenção da Dona Maria, que aquilo era perigoso, comprar briga com o traficante, e que ele até estava ajudando o moleque oferecendo-lhe trabalho, mas Dona Maria bateu o pé, e falou que se o traficante rodear sua casa vai chamar a polícia e botar ele prá correr, e que não tem medo de ameaças, porque tendo sua Fé em Jesus Cristo, combate a favor do Bem que é mais forte que o Mal, e mais ainda, que com ela não tem esse negócio de “lei do Silêncio”, porque a comunidade da área verde, não pode submeter-se ao Tráfico.

A gente logo imagina, quando meditamos esse evangelho, que ser Sal da Terra, Luz do Mundo e uma Cidade edificada no alto do monte, seja ser piedoso, assíduo frequentador da igreja, cumpridor de todos os deveres com Deus e a igreja. Claro que essas coisas implicam também, mas Jesus está falando das atitudes dos seus discípulos no meio da sociedade, e esses três exemplos que os meus colaboradores falaram, está de muito bom tamanho, Cristão com “C” maiúsculo, é aquele ou aquela que “Faz a diferença”, com uma atitude e um comportamento que chama a atenção das pessoas.

Essas pessoas não são ricas, influentes ou importantes na comunidade, aliás, nenhuma delas tem algum cargo de coordenador, mas com atitudes assim se tornam colunas de sustentação da comunidade, pois, fortalecidas com a Palavra e a Eucaristia, testemunham com coragem e ousadia o santo evangelho, e não cedem ou se intimidam, com as forças do mal, presente na sociedade.

Tem muita gente assumindo ares de Cristão, escondida na igreja, nas pastorais e movimentos, mas no ambiente de trabalho, na escola, na política, nos esportes, no namoro, enfim, fora da igreja e do seu grupo, preferem ficar no anonimato, sem compromisso com a ética ou com a moral, são os cristãos de fim de semana, que depois do “ide em Paz e que o Senhor os acompanhe”, caem no “Vale Tudo”, acendendo uma vela para Deus e outra para o Diabo.

Ser Sal da Terra e Luz do mundo é ter atitude que contraria os usos e costumes da pós modernidade, nada se ganha com isso, ao contrário, perde-se, veja os exemplos citados, o Miro Motoqueiro deixa de faturar mais, por respeitar a legislação do trânsito, a Dona Maria corre um grande risco ao desafiar o traficante que manda na área verde, a filha da Tiana perdeu o namorado e algumas amigas.

E a minha equipe de teólogos da comunidade concluiu de maneira brilhante a reflexão: os Cristãos do tipo “Maria vai com as outras, ou Vaquinha de Presépio, não são e nunca serão, Sal da Terra e Luz do Mundo... Acho que têm toda razão, e digo mais, são também o Sal insosso, que perdeu o seu sabor, são também uma lâmpada queimada, e uma cidade no fundo do vale, que ninguém vê e nem toma conhecimento.

(Diácono José da Cruz – E-mail jotacruz3051@gmail.com.br)


quinta-feira, 1 de junho de 2017

STA. CATARINA E O SOFRIMENTO





01/07/2017

Santa Catarina de Siena era analfabeta e aprendeu a escrever por uma graça especial de Deus só nos últimos anos de vida. Mesmo assim ela ditou a uma amiga e a um amigo 381 cartas. Na carta número 299, a Ristoro Canigiani, ela tenta consolá-lo porque teve a casa incendiada numa revolta partidária. Ele era Advogado e perdeu os direitos de ocupar cargos públicos simplesmente por ser amigo da santa. Na metade da carta, ela lhe fala sobre o sofrimento:

“De fato precisamos ter paciência. Matéria para isso, possuímos. Seja porque o sofrimento é pequeno, seja porque o prêmio é grande ou seja por amor daquele que no-lo envia. O sofrimento é pequeno. Sabeis quanto? Quanto a ponta de uma agulha, porque o sofrimento tem a duração do tempo. Vereis que é tão curto, que nem podemos imaginar. O tempo passado, não tendes mais. O tempo que está para vir, não tendes certeza de vivê-lo. Somente resta o instante presente. Nada mais. O sofrimento passado não volta”. 

“O sofrimento corresponde ao tempo que vivemos. Nada mais. É realmente curto o sofrimento. E o prêmio, quanto dura? Perguntai ao apóstolo Paulo, que diz: “Os sofrimentos desta vida não se comparam com a glória futura” (cf Rom 8,18). Se olhamos quem nos envia a dificuldade, vemos que é o nosso Deus sumamente bondoso. E porque ele é bom, não pode querer senão o nosso bem. E por que Deus nos dá os sofrimentos? Para nossa santificação, para que a pedra preciosa que é a paciência seja mostrada em nós, pois tal virtude revela se amamos o Criador e se possuímos ou não a graça. Porque da mesma forma como a impaciência é um sinal de que amamos mais a nós mesmos e as coisas criadas do que a Deus, assim a paciência é um sinal claro de que amamos a Deus acima de tudo e ao próximo como a nós mesmos”.



Quem quiser saber mais dessas cartas, encontrará na Paulus, “Cartas Completas de Santa Catarina de Sena, ISBN 85-349-2327-2- editorial@paulus.com.br

sábado, 27 de maio de 2017

CONTRA OS ABORTISTAS

do site BÍBLIA CATÓLICA (Clique no link para ver os vídeos. As letras em azul são links que remetem você ao assunto em questão)

A vida humana tem seu início na concepção – é o que diz a Ciência


A compilação abaixo é uma livre tradução de um artigo da página da Live Action, que é uma ativa entidade pró-vida dos EUA. São 40 citações de especialistas das áreas de Biologia, Embriologia Humana, Medicina, etc. e que atestam o que já havíamos publicado em outra postagem aqui mesmo neste blog: o início da vida humana se dá no momento da concepção.

Os defensores do aborto sempre tentam desviar do fato — e fato científico, como podemos ver com esta compilação — que a partir da concepção estamos já falando de uma vida humana, e é a partir deste ponto que qualquer discussão deve começar. E o ponto principal é exatamente que o aborto, independente da justificativa utilizada, é sempre a eliminação direta de um ser humano inocente, frágil e que sequer pode se defender da agressão.

Termos como “amontoado de células”, “parasita”, “hospedeiro indesejado” ou outros igualmente pejorativos que são utilizados pela militância abortista demonstram apenas que seu discurso tem sempre como alvo retirar do nascituro a sua humanidade para que sua eliminação seja mais palatável. Este discurso apenas demonstra o obscurantismo que está presente na defesa do aborto, pois estes termos buscam apenas esconder que o aborto cruelmente elimina uma vida humana que já é uma realidade a partir do momento da concepção.

E são estes mesmos abortistas que adoram dizer que os pró-vidas tentam impor seus dogmas a quem não compartilha de suas crenças… Mas onde está o dogma que é imposto? Eu não tenho qualquer problema em afirmar que o aborto é um pecado da mais alta gravidade, mas mesmo quem não compartilha de minha fé pode — e deve! — rejeitar o aborto exatamente pelo que a ciência já conhece sobre o início da vida humana no momento da concepção. Não é à toa que existem grupos pró-vida formados por ateus e agnósticos, pois rejeitar o aborto não é uma questão religiosa, é uma questão de humanidade.

Abaixo seguem as citações que deixam claro que a partir da concepção já existe um ser novo ser humano. Da próxima vez que algum defensor do aborto tentar dizer que não se sabe quando inicia a vida human, diga em sua cara o que ele realmente é: um obscurantista.


1) “O ciclo da vida dos mamíferos inicia-se quando o spermatozóide entra no óvulo.”
— Okada et al., A role for the elongator complex in zygotic paternal genome demethylation, NATURE 463:554 (Jan. 28, 2010)

2) “Fertilização é o processo pelo qual os gametas haplóides masculino e feminino (espermatozóide e óvulo) unem-se para produzir um indivíduo geneticamente distinto.”
— Signorelli et al., Kinases, phosphatases and proteases during sperm capacitation, CELL TISSUE RES. 349(3):765 (Mar. 20, 2012)

3) “O oviduto ou Trompa de Falópio é a região anatômica onde cada nova vida se inicia nas espécies mamíferas. Após uma longa jornada, o espermatozóide encontra-se com o oócito em local específico conhecido como ampola, e ocorre a fertilização.”
— Coy et al., Roles of the oviduct in mammalian fertilization, REPRODUCTION 144(6):649 (Oct. 1, 2012) (emphasis added).

4) “Fertilização – a fusão de gametas para produzir um novo organismo – é a culminância de uma multitude de processos celulares intrincadamente regulados.”
— Marcello et al., Fertilization, ADV. EXP. BIOL. 757:321 (2013). National Institutes of Health, Medline Plus Merriam-Webster Medical Dictionary (2013).

(Continua com mais depoimentos)

LEIA MAIS SOBRE ESTE ASSUNTO NESTES LINKS:


sexta-feira, 26 de maio de 2017

MENSAGEM DO PAPA


Mensagem do Papa para o Dia Mundial das Comunicações Sociais


Cidade do Vaticano (RV) - Leia a mensagem do Papa Francisco para o 51º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que será celebrado em 28 de maio.


“Não tenhas medo, que Eu estou contigo” (Is 43, 5). Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo.


Graças ao progresso tecnológico, o acesso aos meios de comunicação possibilita a muitas pessoas ter conhecimento quase instantâneo das notícias e divulgá-las de forma capilar. Estas notícias podem ser boas ou más, verdadeiras ou falsas. Já os nossos antigos pais na fé comparavam a mente humana à mó da azenha que, movida pela água, não se pode parar. Mas o moleiro encarregado da azenha tem possibilidades de decidir se quer moer, nela, trigo ou joio. A mente do homem está sempre em ação e não pode parar de «moer» o que recebe, mas cabe a nós decidir o material que lhe fornecemos (cf. Cassiano o Romano, Carta a Leôncio Igumeno).


Gostaria que esta mensagem pudesse chegar como um encorajamento a todos aqueles que diariamente, seja no âmbito profissional seja nas relações pessoais, «moem» tantas informações para oferecer um pão fragrante e bom a quantos se alimentam dos frutos da sua comunicação. A todos quero exortar a uma comunicação construtiva, que, rejeitando os preconceitos contra o outro, promova uma cultura do encontro por meio da qual se possa aprender a olhar, com convicta confiança, a realidade.


Creio que há necessidade de romper o círculo vicioso da angústia e deter a espiral do medo, resultante do hábito de se fixar a atenção nas «notícias más» (guerras, terrorismo, escândalos e todo o tipo de falimento nas vicissitudes humanas). Não se trata, naturalmente, de promover desinformação onde seja ignorado o drama do sofrimento, nem de cair num otimismo ingénuo que não se deixe tocar pelo escândalo do mal. Antes, pelo contrário, queria que todos procurássemos ultrapassar aquele sentimento de mau-humor e resignação que muitas vezes se apodera de nós, lançando-nos na apatia, gerando medos ou a impressão de não ser possível pôr limites ao mal. Aliás, num sistema comunicador onde vigora a lógica de que uma notícia boa não desperta a atenção, e por conseguinte não é uma notícia, e onde o drama do sofrimento e o mistério do mal facilmente são elevados a espetáculo, podemos ser tentados a anestesiar a consciência ou cair no desespero.


Gostaria, pois, de dar a minha contribuição para a busca dum estilo comunicador aberto e criativo, que não se prontifique a conceder papel de protagonista ao mal, mas procure evidenciar as possíveis soluções, inspirando uma abordagem propositiva e responsável nas pessoas a quem se comunica a notícia. A todos queria convidar a oferecer aos homens e mulheres do nosso tempo relatos permeados pela lógica da «boa notícia».


A boa notícia


A vida do homem não se reduz a uma crónica asséptica de eventos, mas é história, e uma história à espera de ser contada através da escolha duma chave interpretativa capaz de selecionar e reunir os dados mais importantes. Em si mesma, a realidade não tem um significado unívoco. Tudo depende do olhar com que a enxergamos, dos «óculos» que decidimos pôr para a ver: mudando as lentes, também a realidade aparece diversa. Então, qual poderia ser o ponto de partida bom para ler a realidade com os «óculos» certos?


Para nós, cristãos, os óculos adequados para decifrar a realidade só podem ser os da boa notícia: partir da Boa Notícia por excelência, ou seja, o «Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus» (Mc 1, 1). É com estas palavras que o evangelista Marcos começa a sua narração: com o anúncio da «boa notícia», que tem a ver com Jesus; mas, mais do que uma informação sobre Jesus, a boa notícia é o próprio Jesus. Com efeito, ao ler as páginas do Evangelho, descobre-se que o título da obra corresponde ao seu conteúdo e, principalmente, que este conteúdo é a própria pessoa de Jesus.


Esta boa notícia, que é o próprio Jesus, não se diz boa porque nela não se encontra sofrimento, mas porque o próprio sofrimento é vivido num quadro mais amplo, como parte integrante do seu amor ao Pai e à humanidade. Em Cristo, Deus fez-Se solidário com toda a situação humana, revelando-nos que não estamos sozinhos, porque temos um Pai que nunca pode esquecer os seus filhos. «Não tenhas medo, que Eu estou contigo» (Is 43, 5): é a palavra consoladora de um Deus desde sempre envolvido na história do seu povo. No seu Filho amado, esta promessa de Deus – «Eu estou contigo» – assume toda a nossa fraqueza, chegando ao ponto de sofrer a nossa morte. N’Ele, as próprias trevas e a morte tornam-se lugar de comunhão com a Luz e a Vida. Nasce, assim, uma esperança acessível a todos, precisamente no lugar onde a vida conhece a amargura do falimento. Trata-se duma esperança que não dececiona, porque o amor de Deus foi derramado nos nossos corações (cf. Rm 5, 5) e faz germinar a vida nova, como a planta cresce da semente caída na terra. Visto sob esta luz, qualquer novo drama que aconteça na história do mundo torna-se cenário possível também duma boa notícia, uma vez que o amor consegue sempre encontrar o caminho da proximidade e suscitar corações capazes de se comover, rostos capazes de não se abater, mãos prontas a construir.


A confiança na semente do Reino


Para introduzir os seus discípulos e as multidões nesta mentalidade evangélica e entregar-lhes os «óculos» adequados para se aproximar da lógica do amor que morre e ressuscita, Jesus recorria às parábolas, nas quais muitas vezes se compara o Reino de Deus com a semente, cuja força vital irrompe precisamente quando morre na terra (cf. Mc 4, 1-34). O recurso a imagens e metáforas para comunicar a força humilde do Reino não é um modo de reduzir a sua importância e urgência, mas a forma misericordiosa que deixa, ao ouvinte, o «espaço» de liberdade para a acolher e aplicar também a si mesmo. Além disso, é o caminho privilegiado para expressar a dignidade imensa do mistério pascal, deixando que sejam as imagens – mais do que os conceitos – a comunicar a beleza paradoxal da vida nova em Cristo, onde as hostilidades e a cruz não anulam, mas realizam a salvação de Deus, onde a fraqueza é mais forte do que qualquer poder humano, onde o falimento pode ser o prelúdio da maior realização de tudo no amor. Na verdade, é precisamente assim que amadurece e se entranha a esperança do Reino de Deus, ou seja, «como um homem que lançou a semente à terra. Quer esteja a dormir, quer se levante, de noite e de dia, a semente germina e cresce» (Mc 4, 26-27).


O Reino de Deus já está no meio de nós, como uma semente escondida a um olhar superficial e cujo crescimento acontece no silêncio. Mas quem tem olhos, tornados limpos pelo Espírito Santo, consegue vê-lo germinar e não se deixa roubar a alegria do Reino por causa do joio sempre presente.


Os horizontes do Espírito


A esperança fundada na boa notícia que é Jesus faz-nos erguer os olhos e impele-nos a contemplá-Lo no quadro litúrgico da Festa da Ascensão. Aparentemente o Senhor afasta-Se de nós, quando na realidade são os horizontes da esperança que se alargam. Pois em Cristo, que eleva a nossa humanidade até ao Céu, cada homem e cada mulher consegue ter «plena liberdade para a entrada no santuário por meio do sangue de Jesus. Ele abriu para nós um caminho novo e vivo através do véu, isto é, da sua humanidade» (Heb 10, 19-20). Através «da força do Espírito Santo», podemos ser «testemunhas» e comunicadores duma humanidade nova, redimida, «até aos confins da terra» (cf. At 1, 7-8).


A confiança na semente do Reino de Deus e na lógica da Páscoa não pode deixar de moldar também o nosso modo de comunicar. Tal confiança que nos torna capazes de atuar – nas mais variadas formas em que acontece hoje a comunicação – com a persuasão de que é possível enxergar e iluminar a boa notícia presente na realidade de cada história e no rosto de cada pessoa.


Quem, com fé, se deixa guiar pelo Espírito Santo, torna-se capaz de discernir em cada evento o que acontece entre Deus e a humanidade, reconhecendo como Ele mesmo, no cenário dramático deste mundo, esteja compondo a trama duma história de salvação. O fio, com que se tece esta história sagrada, é a esperança, e o seu tecedor só pode ser o Espírito Consolador. A esperança é a mais humilde das virtudes, porque permanece escondida nas pregas da vida, mas é semelhante ao fermento que faz levedar toda a massa. Alimentamo-la lendo sem cessar a Boa Notícia, aquele Evangelho que foi «reimpresso» em tantas edições nas vidas dos Santos, homens e mulheres que se tornaram ícones do amor de Deus. Também hoje é o Espírito que semeia em nós o desejo do Reino, através de muitos «canais» vivos, através das pessoas que se deixam conduzir pela Boa Notícia no meio do drama da história, tornando-se como que faróis na escuridão deste mundo, que iluminam a rota e abrem novas sendas de confiança e esperança.


Vaticano, 24 de janeiro




quinta-feira, 25 de maio de 2017

A AÇÃO DO ESPÍRITO SANTO




     

Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 22-05-2017, Gaudium Press) Na Santa Missa que celebrada na Capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco salientou em sua homilia que somente o Espírito Santo nos ensina a dizer: "Jesus é o Senhor".


É por isso que devemos abrir o coração para ouvir o Espírito Santo e, assim, poder testemunhar Jesus Cristo, afirmou Francisco.


O Papa desenvolveu sua homilia com base nas palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo Jesus Cristo aos discípulos na Última Ceia.

E sua escolha foi de falar mais sobre o Espírito Santo, o Paráclito. Aquele que, disse Francisco, nos acompanha e "nos dá a segurança de sermos salvos por Jesus": o Espírito Santo é o Defensor enviado por Jesus para nos defender diante do Pai.


Espírito Santo nos conduz à plena verdade

"Sem o Espírito, nenhum de nós é capaz de dizer, ouvir e viver Jesus. Em outras partes deste longo discurso, Jesus diz do Espírito: ‘Ele os conduzirá à plena Verdade', nos acompanhará rumo à plena Verdade. ‘Ele lhes fará lembrar de todas as coisas que eu disse; lhes ensinará tudo'. Isto é, o Espírito Santo é o companheiro de caminhada de todo cristão, é o também o companheiro de caminhada da Igreja. E este é o dom que Jesus nos dá". Francisco ainda lembrou que é o Espírito Santo que nos ensina a dizer: ‘Jesus é o Senhor".

O Espírito Santo, disse, é "um dom: o grande dom de Jesus", "aquele que não nos deixa errar". Mas onde mora o Espírito?, perguntou o Papa.

Senhor, abra-me o coração para que entre o Espírito

Recordando a Primeira Leitura do dia, extraída dos Atos dos Apóstolos, quando se menciona a figura de Lídia, "comerciante de púrpura", que "sabia fazer as coisas", e a quem "o Senhor abriu o coração para aderir à Palavra de Deus", o Papa comentou que "o Senhor abriu o seu coração para que o Espírito Santo entrasse e ela se tornasse discípula. É justamente no coração que levamos o Espírito Santo. A Igreja o chama como ‘o doce hóspede do coração': está aqui. Porém, em um coração fechado ele não pode entrar. ‘Ah, então onde se compram as chaves para abrir o coração?'.

Não: também este é um dom. É um dom de Deus. ‘Senhor, abra-me o coração para que entre o Espírito e me faça entender que Jesus é o Senhor'".


O Papa acentuou que esta é uma oração que devemos fazer nesses dias: "Senhor, abra-me o coração para que eu possa entender aquilo que Tu nos ensinaste. Para que eu possa recordar as Tuas palavras. Para que eu chegue à plena verdade".


Coração aberto "para que o Espírito entre, e nós ouçamos o Espírito"


Francisco disse que, das Leituras do dia podem ser extraídas duas perguntas.


A primeira delas deveria ser: "eu peço ao Senhor a graça de ter um coração aberto? ". E a segunda pergunta seria: "eu busco ouvir o Espírito Santo, as suas inspirações, as coisas que Ele diz ao meu coração para que eu prossiga na vida cristã, e possa testemunhar também eu que Jesus é o Senhor? ".


Por fim, ainda o Papa recomendou:

"Pensem nessas duas coisas hoje: o meu coração está aberto e eu faço o esforço de ouvir o que o Espírito de me diz. E assim iremos avante na vida cristã e daremos também nós testemunho de Jesus Cristo. " (JSG)




Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.

domingo, 14 de maio de 2017

A VESTE DA NOIVA


APOCALIPSE 19, 7-8:
“Fiquemos alegres e contentes, e demos glória a Deus, porque chegou o tempo das núpcias do Cordeiro. Sua esposa já se preparou. Foi-lhe dado vestir-se com linho brilhante e puro”. O linho significa as obras justas dos santos”.
Nós, Igreja, somos a esposa de Cristo e nossas boas obras são a veste de noiva com que a Igreja vai desposá-lo. Que tipo de veste estamos preparando com nossas obras? Uma veste bonita, elegante, rica, de linho puríssimo, como fala o texto, ou uma veste feita de pano de estopa?
É preciso, nestes tempos tão calamitosos, que nos coloquemos à escuta de Jesus, esposo da Igreja, que nos chama à conversão. Converter-se é lavar as vestes no Sangue do Cordeiro, como diz o Apocalipse, é pedir perdão dos pecados cometidos e recomeçar uma vida nova.
Para que isso aconteça na realidade e não apenas em nossa mente, sugiro que comecemos com coisas simples, como por exemplo, deixar de gritar com os outros, principalmente com os de casa, deixar de falar palavrões, tratar a todos sem preconceitos e com respeito, rezar todos os dias e que não seja muito curta, nunca faltar à missa semanalmente, saber ouvir os outros, ajudar a todos os que necessitam, ser paciente com tudo e com todos, ler diariamente a Bíblia, pelo menos alguns versículos, um tempo de meditação etc.
Outra coisa muito importante que precisamos mudar em nossa mente é o fato de achar que nada é pecado. Isso, aliás, foi o pecado original: os nossos primeiros pais quiseram escolher eles mesmos o que seria ou não pecado e não ouviram o que Deus lhes dissera. Só Deus pode dizer o que é ou não pecado, e ele já nos disse isso. Cabe-nos ouvir o que ele nos pediu para fazer, com muita humildade e amor, sem questionar se é ou não pecado. Se ele mandou evitar tal coisa, evite! Ele mandou-nos amar a todos, amemos! Ele nos mandou perdoar, perdoemos! Ele nos mandou deixar de cometer adultérios, deixemos!
Já falei noutro artigo sobre a imoralidade de certas novelas quase pornográficas que muitos assistem e permitem que as filhas e os filhos assistam. A licenciosidade dos costumes se instala na mente dos e das adolescentes de tal maneira que passam a achar que tudo é permitido, que nada é pecado. O assunto principal é sempre sexo, e sexo mal colocado, mal vivido, baseado no adultério ou simplesmente no prazer pelo prazer.
Não só nesse assunto, mas em outros focos também, como o econômico, as falcatruas que se fazem para os protagonistas das novelas conseguirem o que desejam, a ideia de vingança como solução de problemas, a busca de uma felicidade momentânea baseada no dinheiro e no prazer imediatos e assim por diante.

Quando conseguirmos mudar assim nossa vida, lavar dessa maneira nossas vestes no sangue do Cordeiro, já teremos o começo de um mundo novo, baseado na caridade, no verdadeiro amor cristão, e decerto Jesus, esposo da Igreja, que somos nós, a desposará com maior alegria. 

sábado, 13 de maio de 2017

MARIA FAZ A DIFERENÇA!

QUE OS PROTESTANTES ME DESCULPEM, MAS MARIA FAZ A DIFERENÇA!

Que momento maravilhoso a procissão de N. Sra. de Fátima no dia do Centenário de sua aparição em Fátima (12-13/05/20170! 

Recebi no What's Up este vídeo, mas não sei se você conseguirá vê-lo. Não encontrei a origem dele.

video

Maria é a Mãe de Ternura, como a mais bela flor do mais formoso jardim. 

Maria é a que fez uma diferença enorme no Céu desde que ela lá chegou na Assunção! Como escrevi num artigo deste blog, "E o Céu nunca foi o mesmo"  depois que Maria começou a fazer parte dele. Os Anjos a esperavam, os Arcanjos, os Querubins, os Serafins, todos os que lá já se encontravam. Como a presença feminina e puríssima de Maria é agradável! Se a nossa mãe já faz uma diferença enorme em nossa casa, imagine mãe igual Maria!

Tenho dó dos protestantes, evangélicos e todos os que não ligam para ela. São como um lar sem a mãe!
Uma igreja sem desenxavida, sem sal nem açúcar, sem essa presença feminina que não é uma deusa, como eles dizem nos acusando, mas uma pessoa humana que chegou à maior perfeição depois de Jesus Cristo. É a Mãe de Deus, como diz Isabel no início de Lucas: "Donde vem que a Mãe do meu Senhor (=kyrios) me venha visitar"?

É a nossa mãe, dada por nós a Jesus na pessoa de São João, que estava aos pés da cruz: "Eis aí tua mãe. Mulher, eis aí o teu filho". Mesmo que Jesus não tivesse dito isso, se Jesus é nosso irmão, então a mãe dele, Maria, também é nossa mãe! Não tem por onde negar isso!

Todos podem se salvar, se agirem conforme Jesus ensinou ou, em não agindo desse modo, pedirem perdão a Deus enquanto em vida. É o que diz o documento do Concílio Vaticano II " A luz dos povos"(Lumen Gentium). Mas digam a verdade. Não tem graça seguir uma Igreja sem Maria. 

MARIA - FAZ - A - DIFERENÇA!