segunda-feira, 16 de outubro de 2017

ÍNDICE PARA CELULARES

ÍNDICE GERAL

EVANGELHOS EM VÍDEO- ÍNDICE



AS NOVELAS E AFINS


Reedito aqui esta matéria por estar perfeitamente atual, tendo em vista as aberrações que a Globo está fazendo em matéria de moral. Deixo os detalhes para o What's App, que está propagando a crítica da campanha contra a família e contra a banalização da arte. Se você estiver interessado(a) nesses vídeos, veja nosso blog RUATIZAPE DO TEÓFILO

(out. 2016)


Não quero deixar passar em branco este assunto. Muitas novelas e programas do gênero estão batendo todos os recordes de imoralidade e propaganda de doutrinas anticristãs, como a doutrina da reencarnação.

A relação sexual foi banalizada a tal ponto como nunca antes na humanidade, nem nos tempos das"orgias imperiais romanas”

Li um comentário sobre uma dessas novelas, referindo-se à maneia imbecil com que a mãe de uma garota parabeniza-a por ter perdido a virgindade com seu namorado. E o preceito de guardar a virgindade intacta até o casamento? Não tem mais valor?

O problema sério é que as pessoas mais jovens mentalizam a imoralidade como se fosse coisa moral. Não se colocam o problema do pecado, do mal que um relacionamento íntimo pode fazer na vida da pessoa, se não for baseado numa estrutura mais sólida, como o casamento, e mesmo às atitudes que as levam à infelicidade. Ninguém é feliz sem Deus. Ficar atado ao pecado é o caminho mais curto para ficar sem Deus. Não podemos servir a dois senhores: ou servimos a Deus ou ao pecado. Não há meio termo.

Outras doutrinas errôneas de certas novelas são as que levam as pessoas a idolatrar o dinheiro, como se fosse o triunfo da felicidade. As pessoas pobres são mostradas, muitas vezes, como infelizes e problemáticas, ou simplesmente não se fala delas, porque “não dá Ibope”. Para ser feliz, acham que devem casar-se com alguém rico.

Raras vezes vimos pessoas ricas aceitarem um nível mais simples de vida para encontrarem a felicidade. É sempre ao contrário que funciona o “mecanismo” das novelas.

Os casamentos são mostrados banalizados e fora da realidade. Só para dar um exemplo, há muitas décadas que o padre não pergunta mais: ”Quem tiver algo contra...” Isso é feito nos proclamas, semanas antes do casamento.

Numa das últimas novelas, o noivo foi trocado na hora do casamento. Não existe isso!

A pregação da reencarnação, em muitas novelas, levam muitos a acreditar nisso, apesar de serem cristãos. O cristão não acredita na reencarnação. Hebreus 9,27, diz que só vivemos uma vez aqui na terra, após o que vem o julgamento.

Em outra emissora eles inventam tantas coisas para ter assunto para fazer suas novelas bíblicas, que as pessoas que não leem a bíblia ficam com uma imagem errônea do que viram. Essa emissora é de uma religião que se diz cristã, mas aprova o aborto em menores estupradas. Jesus nunca aprovaria isso! Como podem dizer que seguem Jesus se mandam às favas um de seus maiores mandamentos, que é amar o próximo (no caso a criança que está sendo gerada e não tem culpa de ser produto de uma violência!).

Amigos (as), já é hora de começarmos a mudar nossa programação televisiva para não nos tornarmos “vômito de Deus”, como diz Apocalipse 3,20: A pessoa que é morna, não é fria nem quente, “vou vomitar da minha boca”.

Mas, antes de mudarmos nossa programação na tevê, que tal pedirmos perdão pelas idiotices que já assistimos até agora?

Termino com uma notícia que recebi pelo What's APP:

Por ROBERTA ARAÚJO - Juíza Federal do Trabalho TRT 6ª Região.

Queridas, antes de divulgar e exultar com a postura da Globo em “punir” José Mayer por assédio ou afastar Otaviano Costa do vídeo show por rir de atitude machista do Big Brother lembrem-se de que foi a Globo que universalizou entre nós a cobiça por Anita, apresentada como uma “ninfeta” ousada que seduzia um homem casado e com idade de ser seu pai. Foi a Globo que nos apresentou Angel, uma adolescente que permeou o imaginário dos desejos mantendo um ardoroso caso com o marido da sua própria mãe.

Foi a Globo que em Laços de Família envolveu o Brasil na polêmica trama em que a jovem filha rouba Edu, o namorado da mãe, interpretado por Reynaldo Gianecchini.

Foi a Globo que em Avenida Brasil nos trouxe como núcleo de comédia a trama com três mulheres envolvidas com o mesmo homem, o empresário Cadinho e que declinam de suas vidas e sem dignidade para se sujeitarem a viver com ele, mesmo após se descobrirem enganadas. Em Império, a Globo preencheu o imaginário de desejos com a trama do charmoso Comendador que mesmo casado com Marta, mantinha um fogoso affair com uma menina mais jovem que sua própria filha.

Foi a Globo que fez o Brasil se divertir com o programa Zorra Total, que tinha em seu quadro principal duas amigas em um vagão de metrô, sendo uma delas, a Janete, bolinada de várias formas e tocada em suas partes íntimas com a batuta de um maestro enquanto a sua amiga Valéria, ao invés de defendê-la, dizia: “aproveita. Tú é muito ruim, Babuína se joga.”

Então queridas, quando essa emissora diz em nota que "repudia qualquer forma de desrespeito, violência ou preconceito" está em verdade sendo dissimulada e ofensiva por nos considerar alienadas ou parvos.

A verdade é que a Rede Globo coisifica as mulheres, naturaliza a violência, os abusos e assédios, incentiva o desrespeito, ridiculariza o papel e a posição da mulher e subalterna nossa dignidade.

São mensagem explícitas e subliminares como as que a Rede Globo universaliza e crava no imaginário masculino brasileiro que estupram, abusam, ferem e vitimam milhares de Mirellas que habitam entre nós.

O OUTRO LADO DO PAI NOSSO

16/10/2017
Meu filho, que estás na terra,
preocupado, solitário, desorientado,
Eu conheço perfeitamente teu nome
e o pronuncio, santificando-o, porque te amo.
Não estás só, mas habitado por mim
e, juntos, construiremos este Reino,
do qual tu és herdeiro.
Gosto que faças minha vontade,
porque minha vontade é que sejas feliz.
Conta sempre comigo e terás o pão para hoje.
Não te preocupes,
mas só te peço
que saibas compartilhá-lo com teus irmãos.
Saibas que em Cristo
perdoei todas as tuas ofensas
e continuo a perdoar-te
sempre que me pedes.
Por isso te peço
que faças o mesmo com os que te ofendem.
Para que nunca caias em tentação,
segura forte na minha mão
e eu te livrarei do Mal.
Amo-te sempre!
TEU PAI.

(enviado pelo Prof. Benedito Prezia, da Fraternidade Leiga Jesus-Cáritas)

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

O JULGAMENTO APÓS A MORTE



13/10/17

A coisa mais certa desta vida é a morte. E a coisa mais certa depois da morte é o Julgamento a que nós vamos nos submeter. 

Li hoje a passagem do célebre livrinho “A Imitação de Cristo” (leio um trecho todos os dias, assim como os monges nos mosteiros. Eles o leem no café da manhã) intitulada “O Juízo e as Penas dos Pecadores”. Vou resumir o assunto tratado nesse trecho para vocês:

“Em todas as coisas, olha o fim e de que modo estarás diante do severo Juiz a quem nada é oculto, que não se deixa aplacar com dádivas, nem aceita desculpas, mas que julgará segundo a justiça”.

Você talvez me diga: “Mas... e a tal da misericórdia divina, que o Papa Francisco tanto menciona”? É aí que mora o problema. Deus é misericordioso, mas nós, geralmente, não. E quem vai julgar-nos somos nós mesmos! Sim, senhores e senhoras. Nós mesmos! Ou vocês acham que Deus quer que fiquemos no inferno? 

Não estou inventando isso. Diz uma santa, parece que Santa Teresa de Ávila, que, se uma pessoa do inferno se dirigisse a Deus dizendo “Meus Deus, eu vos amo”, seria tirada de lá na hora. Com a sinceridade adquirida pela morte, nós seremos talvez muito duros conosco mesmos, se assim o fizemos com os outros durante a vida. Talvez essa seja a melhor explicação do ensinamento: “Com a medida com que medimos os outros, seremos também medidos”. Aí que vem a famosa frase de Tiago 2,13: “A misericórdia triunfa sobre o Juízo”. Se fomos misericordiosos aqui na Terra, seremos misericordiosos na outra vida também para conosco. E saberemos, humildemente, pedir perdão a Deus de nossos pecados, e admitir nossa culpa, mas também o desejo que temos de nos purificar antes de entrarmos no paraíso. Aí, escolheremos o purgatório, se não temos merecimento para entrar diretamente no céu. 

Continua o livrinho: “Ó misérrimo e insensato pecador! (...) Por que não te acautelas para o dia do juízo, quando ninguém poderá ser desculpado ou defendido por outros? Agora o teu trabalho é frutuoso, o teu pranto aceito, o teu gemer ouvido, tua contrição, satisfatória”!

Nesse ponto o autor lembra como podemos já nesta vida pagarmos nossos pecados como num purgatório:

- ser paciente: se for injuriado (a), mais se dói da maldade alheia do que da ofensa recebida; 

- se rogar, de boa vontade, por seus adversários e de todo o coração perdoar os agravos;

- se não tardar em pedir perdão aos outros;

- se mais facilmente se compadecer do que se irritar;

- se constantemente fizer violência a si mesmo e se esforçar por submeter de todo a carne ao espírito (poderíamos simplificar isto dizendo: se procurar vencer seus maus hábitos).

“Melhor é expiar já os pecados e extirpar os vícios, que adiar a expiação para mais tarde”.

Aí, diz o texto, daremos maior valor à “tribulação sofrida com paciência”, “os piedosos se alegrarão e os ímpios se entristecerão”. Mais exultará o que mortificou-se do que os que sempre se nutriram de delícias. 

“As vestes grosseiras brilharão”, mas “as vestimentas preciosas, caras, se desbotarão”. “Terá maior apreço o pobre casebre que a dourada mansão”.

“Mais valerá a paciente constância que todo o poderio do mundo. Mais será engrandecida a obediência sincera do que toda a sagacidade do mundo. Mais satisfação dará a pura e boa consciência que a douta filosofia”.

“Mais valerá o desprezo das riquezas que todos os tesouros da terra. Mais te consolará a lembrança duma devota oração que a de inúmeros banquetes”.

“Mais folgarás de ter guardado silêncio, do que de ter falado muito. Mais valor terão as boas obras que as lindas palavras”.

“Aprende agora a padecer um pouco, para poupar-te mais graves sofrimentos no futuro. (...) Se tanto te repugna o menor incômodo, que te fará então o inferno”?

“Logo, tudo é vaidade, exceto amar a Deus e só a Ele servir. Pois quem ama a Deus de coração não teme nem a morte, nem o castigo, nem o juízo, nem o inferno, porque o perfeito amor dá seguro acesso a Deus. Mas quem ainda se delicia no pecado, não é de estranhar que tema a morte e o juízo” .

Termino dizendo a todos e a todas que precisamos aproveitar certos percalços na vida a fim de recomeçarmos uma vida sem pecado, de muita misericórdia, oração e confiança plena em Deus. 

Maria, em suas aparições (como em Fátima, Lourdes e Medjugorie) lembra que muitos até pensarão em se converter, nos seus dias finais, mas vão estar tão acostumados ao pecado que não conseguirão. Eu já presenciei isso com muita dor no coração. Um senhor recusou-se a confessar-se porque dizia que não tinha pecado, e morreu alguns dias depois. 

Há pessoas que se acostumam tanto com o pecado que não mais o discernem. Acham que não estão pecando. Tudo se torna válido em seus pensamentos. 

A Igreja está aí para isso, entre outras coisas: mostrar-nos o que é certo, o que é errado, e conduzir-nos no caminho de Deus. Escolher por si mesmo o que é certo ou errado é algo diabólico, e é justamente esse o pecado de Adão e Eva: decidirem por si mesmos o que podiam ou não fazer. 

Muitos santos começaram o caminho da santidade após algum fato crucial em suas vidas. São Francisco Borja (1510-1572, celebrado no dia 10 de outubro), por exemplo, converteu-se quando viu o corpo já em estado inicial de putrefação da imperatriz Isabel, mulher até então “de extraordinária formosura. Ele fora encarregado pelo rei de acompanhar o corpo até ao mausoléu, em Granada (Espanha). Antes de colocar o corpo no túmulo definitivo, foi novamente aberto o caixão. Aquele corpo em estado de putrefação impressionou profundamente o espírito do santo, levando-o a desejar uma consagração total a Deus na vida religiosa” (“O Santo do Dia, Dom Servílio Conti, IMC, dia 10/10).

Eu comecei a encarar mais profundamente a minha vida espiritual após um acontecimento desagradável e triste em minha vida. Aproveitei ao máximo esse fato e estou decidido a recomeçá-la a cada dia, preparando-me para a minha morte (que não deve estar tão longe, pela minha idade). 

Confiemos na misericórdia divina, sim, mas também na força, vigor e coragem que Deus nos dá diretamente e por meio do nosso Anjo da Guarda (não o despreze. Dê um nome a ele e peça sua ajuda em tudo, todos os dias) e de Maria, assim como dos nossos santos prediletos. Peçamos diariamente que nos livre de todo e qualquer pecado e, sobretudo, que sejamos sempre humildes, a fim de que possamos pedir sempre e sempre o auxílio divino. Diz a Lumen Gentium: “Sem Deus a criatura se reduz a nada”.

(Teófilo Aparecido de Jesus)

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

N. SRA. APARECIDA



12/10/17

De terracota a pequenina imagem
no rio se fez enegrecer,
pronta para nos dar a mensagem
da escravidão desaparecer.

No ano que vem o tricentenário
comemoramos com alegria!
Até um novo campanário
faz aumentar nossa euforia!

Nossa tristeza se apresenta
quando sabemos que a escravidão
à nossa era se acrescenta,
ainda nos magoa o coração!

Modernos escravos do trabalho,
jovens pelos vícios escravizados,
valores diversos como um baralho,
mas todos pela Mãe muito amados.

Por Maria chegamos a Jesus,
pelo amor chegamos à salvação!
Levando com paciência a nossa cruz,
partilhando nossa vida com o irmão.

Aparecida foi o nosso presente,
uma dádiva amorosa de Deus.
Nela o mal se faz ausente!
Como tenho pena dos ateus!

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

MENSAGENS DE DOM ANGÉLICO

Dom Angélico Sândalo Bernardino, 83 anos (2017), um bispo realmente santo.


06/10/2017- semana das crianças


07/09/2017- SOBRE A CASTIDADE



retiro da Lapa de 27/06/2012- retiro- Sobre o amor à Trindade Santa e a oração. Ter uma experiência viva de Deus. Comenta o livro e o filme: A Cabana



ENTREVISTA NO RODA VIVA-22/07/2013


D. Angélico comenta a posição da Igreja sobre as uniões de mesmo sexo e sobre o homossexualismo em geral em 30/08/2011


Fala sobre o papa Francisco em 22/05/2013

Debate sobre o livro "Francisco, renasce a esperança", organizado por Afonso Soares e João Décio Passos e publicado por Paulinas Editora. Este vídeo traz a reflexão de Dom Angélico Sândalo Bernardino, bispo emérito de Blumenau (SC), autor do posfácio da obra. O livro reúne artigos sobre o significado da eleição do Papa Francisco, a escolha do nome, as novidades e expectativas em torno de uma nova era na Igreja Católica. O debate foi realizado dia 22/05/2013, no auditório de Paulinas Livraria da Vila Mariana, em São Paulo, e contou com a participação de Ir. Vera Bombonatto (Paulinas), Afonso Soares (organizador da obra), Fernando Altemeyer Jr., frei Carlos Josaphat e Dom Angélico Bernardino.

sábado, 30 de setembro de 2017

A LUZ DIVINA E O CÉU

São João Bosco esteve no céu, durante uma visão, e viu São Domingos Sávio mostrar-lhe uma amostra humanizada do paraíso. Vale a pena ver esse vídeo. Eu li esse fato tempos atrás e até o narrei numa das postagens, que não consegui achar. 
No relato que li, a centelha de luz que São João Bosco viu deixou-o cego por vários dias!


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

A PAZ É FRUTO DO PERDÃO

Bonita meditação de 4 minutos do Pe. Fernando Cardoso, sobre o evangelho da 4ª feira da 23ª semana do tempo comum, 13/09/2017. Ser misericordioso como o Pai que está no Céu é fazer aos outros o que queremos que nos façam. E se alguém nos fizer o mal, não responder com o mal, mas com a misericórdia, com atitudes de acolhida e perdão, como queremos que Deus nos faça se pecarmos. "O Deus de misericórdia lhe dará muito mais do que você ofereceu aos demais em seu nome. Faça essa experiência, comece-na hoje, e depois, logo depois, me digam se isso não lhe trouxe paz, não lhe amenizou a vida espiritual e não o (a) colocou mais perto de Deus que é AMOR" (Transcrição do trecho final do vídeo).


domingo, 10 de setembro de 2017

A CORREÇÃO FRATERNA

Quem não sente dificuldade para corrigir? E para aceitar a correção? O Padre Fernando Cardoso fala sobre isso, com bastante sinceridade.( 10/09/17, 23° dom. comum A)
Veja o que o Padre Paulo Ricardo fala sobre o mesmo assunto, e dá um exemplo concreto.