sábado, 21 de abril de 2018

ÍNDICE PARA CELULARES

ÍNDICE GERAL

MARCOS E JOÃO EM VÍDEOS- ÍNDICE

LITURGIA DIÁRIA- comentário diário da missa cotidiana.

blog criado em agosto de 2011


A FELICIDADE DO CÉU



Nós vivemos buscando momentos de felicidade: um churrasco com os amigos, uma festa, passeios, viagens, o contato com os filhos, a alegria que um casamento feliz proporciona, o cheirinho gostoso de um carro novo, umas doses de bebida... e tantas outras coisas mais. 

Alguns, entretanto, chegam a roubar e a desviar verbas para terem mais e mais dinheiro, outros assassinam, vendem-se a outros com ligações financeiras que acabam com os sonhos de felicidade de muitas pessoas que trabalham duramente para conquistarem um lugar no mundo, e vocês sabem o que mais. 

Já ouvi muitas vezes pessoas dizendo que o Céu deve ser chato, e que lá não deve haver nada para fazer. Preferem a terra, esta miserável terra, apesar de suas dores e aflições. São poucos e fugidios esses momentos de felicidade. Aliás, nem são assim tão intensos! São momentos que passam logo! 

Pois hoje, na Hora Santa, lembrei-me de lhes dizer que não é assim. No Céu, para onde todos nós pretendemos ir, mesmo aqueles que amam os prazeres desta terra, a felicidade não é passageira e momentânea como aqui, mas E-T-E-R-N-A! 

A felicidade que às vezes sentimos aqui na terra, lá é perene, nunca termina! É como... Bem, eu pensei em tantas comparações, mas não há como comparar com coisas desta terra. São Paulo foi levado ao Céu, numa visão, mas não sabia descrevê-lo com palavras humanas. Jesus veio do Céu para nós, mas apenas deu-nos uma ideia com exemplos de seu tempo, por meio de parábolas. Não há, em nenhuma língua aqui da terra, palavras que descrevam a felicidade do Paraíso. 

A contemplação de Deus é a máxima felicidade que podemos ter. Quando criou o mundo, Ele nos deu a possibilidade de partilharmos alguns desses momentos de felicidade, mas a total ocorrerá apenas após a ressurreição final. 

Que pena se não tivermos isso em nossa mente e em nosso coração! Vale a pena todo e qualquer tipo de luta que precisemos enfrentar para sermos dignos de entrarmos na Celeste Mansão! 

Mas lembremo-nos sempre de que sem a graça divina, nunca conseguiremos. Jesus deu a vida para nos salvar, mas temos que fazer a nossa parte. Nossa parte, nossa principal obra é, como diz o Pe. Paulo Ricardo, CRER, aceitar a ação de Deus em nossa vida, com muita humildade, sem condições, sem querermos fazer “negociata” com Deus. Deus não se deixa enganar. Ou aceitamos suas condições, ou ficamos com nossas próprias forças e nada conseguiremos. Se não aceitarmos Deus, Ele respeita a nossa escolha, mesmo não sendo isso que deseja, porque nos ama infinitamente, mas nos deixa às nossas próprias forças. Isso é terrível! Muitos vivem nessas condições: vivem apenas à base de si próprios. Deus olha para os sofrimentos e decepções dessas pessoas, mas nada pode fazer. Não porque não tem poder para isso, mas porque não entra em nossa vida se não o permitirmos. 

“Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz e me abrir a porta, entrarei em sua casa e cearemos, eu com ele e ele comigo”. (Apocalipse 3,20).

Teófilo Aparecido de Jesus, 21/04/2018

sexta-feira, 20 de abril de 2018

AS MARAVILHAS DA DEVOÇÃO A MARIA


Redação (Quarta-feira, 11-04-2018, Gaudium Press) As maravilhas da devoção a Maria não podem ser explicitadas inteiramente por nenhuma análise. Nenhuma descrição, nenhum raciocínio pode dar dela uma idéia adequada...

Razões e analogias ajudam a compreender


Um jovem teólogo - M. Neubert - analisa as razões, ou melhor, as analogias de ordem natural que nos ajudam a compreender o sucesso ou a eficácia da devoção a Santíssima Virgem. Pois a devoção à Nossa Senhora leva todos a bom êxito. Constitui um axioma católico que Ela é para todo mundo um meio seguro de santificação.

A razão fundamental disso, a única razão evidente, é sem dúvida a vontade de Deus. Tendo Deus querido dar-nos Jesus Cristo por meio da Virgem Santíssima - diz Bossuet - esta ordem não muda mais, e os dons de Deus são irrevogáveis (cf. Rm 11, 29). Sempre será verdade que, havendo recebido através dEla o princípio universal da graça, recebamos também por seu intermédio as diversas aplicações desse dom em todos os variados estados dos quais se compõe a vida cristã.

Mas, a par desta explicação teológica, sobrenatural, que examina as coisas do ponto de vista divino, nada impede que se procure uma explicação psicológica para confirmá-la.

Harmonia entre a devoção a Nossa Senhora e o progresso da alma

Quais são, em nossa natureza, as harmonias entre a devoção à Santíssima Virgem e o progresso de nossa alma?

Um primeiro fator de progresso humano é o esforço pessoal: o difícil é induzir e sustentar o esforço da vontade. Nossa vontade é movida pelas ideias, mas por ideias vigorosas que são ao mesmo tempo conhecimento, sentimento e desejo. Ora, dessas ideias robustas, a mais forte é aquela que se volta para uma pessoa amada. Quem ama voa, corre, alegra-se e está disposto a tudo. Ora, ter devoção a Maria é amá-La, e amar Maria é fazer o que Ela deseja e evitar o que Lhe desagrada.

Para quantas almas, por exemplo, o pensamento posto em Maria constituiu a força pela qual triunfaram das tentações - de longe as mais violentas e frequentes - contra a mais delicada das virtudes!

Encontramos uma confirmação disso numa experiência de ordem humana. Um menino solicitado durante muito tempo pelas sugestões e argumentos pérfidos de um companheiro perverso, acaba duvidando de seu dever e vai deixar-se arrastar pelo mal.

Mas seus olhos cruzam-se com os de sua mãe: nesse mudo entreolhar, ele sente a gravidade da ação que ia cometer e obtém a coragem de fazer qualquer sacrifício para não entristecê- la.

Da mesma maneira, quantas almas assaltadas durante longo tempo e estando a ponto de ceder, ao pensar em sua Mãe celeste, tão afetuosa e amada, tão pura e desejosa de vê-las também puras, sentiram a tentação desaparecer e uma força nova as armar contra o mal! Esse gênero de vitórias costuma permanecer sepultado no segredo das consciências, mas como elas são frequentes!

Forte contra as tentações, o pensamento posto em Maria é igualmente eficaz para nos impelir na via do sacrifício. Não há santo cuja vida não ofereça a esse respeito exemplos eloquentes.


Humildade e confiança em Deus


O esforço nos é solicitado por Deus, mas não basta. Ele não passa de uma condição posta por Deus para recebermos a graça, a qual, entretanto, nos vem unicamente dEle. Não devemos contar com nossos próprios esforços, se quisermos que eles sejam coroados de êxito, mas sim com Deus. Portanto, desconfiança de nós mesmos, ou humildade, e confiança em Deus.

Ora, a devoção à Santíssima Virgem favorece de modo admirável esses dois sentimentos em nós.

Primeiramente, ela alimenta nossa humildade. Pode-se, sem dúvida, ser humilde na presença de Deus sem invocar Maria; seria o caso, por exemplo, de um protestante de boa fé para o qual invocar Maria é ofender a Deus. Entretanto, também é certo que recorrer à intercessão de Maria para ir a Deus, ir a Deus por meio de Maria, é reconhecer que não somos dignos de ir a Ele por nós mesmos; é reconhecer nossa miséria, nossa indignidade diante dEle; é fazer, mesmo sem se preocupar com isso, um ato de humildade.Eis o motivo pelo qual São Luís Maria Grignion de Montfort insiste tanto nas relações entre a devoção a Maria e a prática da humildade.

Ademais, alimenta nossa confiança em Deus. Cremos na misericórdia divina, mas com uma fé frequentemente teórica que, na prática, é exposta a graves deficiências. Ora, nesses momentos escuros pensar em Nossa Senhora constitui para nós um facho de luz que nos dá confiança.

Não por julgarmos que a Santíssima Virgem tenha um coração mais misericordioso que o do próprio Deus, mas sim por ser Ela como um argumento vivo que nos toca mais de perto e nos ajuda a melhor apalpar a misericórdia divina. Assim como ver Madalena aos pés de Jesus nos faz compreender a bondade do Salvador mais do que o faria uma idéia abstrata de sua divina perfeição, do mesmo modo a contemplação de Maria nos faz entender e sentir, melhor do que todos os raciocínios, a misericórdia dAquele que nos deu uma tal Advogada e uma tal Mãe.

Sem devoção a Nossa Senhora, a religião fica tingida de racionalismo

Estas duas disposições - humildade e confiança - constituem o próprio fundo do sentimento religioso. E é por esta razão que toda alma religiosa compreende a devoção à Santíssima Virgem.

Uma alma que cessa de compreendê- la deixa de ser religiosa ou está prestes a fabricar para si uma religião mais ou menos tingida de racionalismo, tal como certos estoicos batizados que formaram sua espiritualidade mais nos livros de moral dos estudos universitários do que nos autores ascéticos. Para essas almas, o Cristo é mais um modelo que posa diante delas, do que um amigo que vive nelas e as faz viver.Dia virá em que, após inúteis esforços, elas reconhecerão por fim sua radical fraqueza e se lançarão humildemente nos braços de Deus. Nesse dia, elas começarão também a se voltar para a Santíssima Virgem.

Eis a razão pela qual tantas pessoas aos poucos deixaram de ter uma religião e se contentam com uma simples filosofia: elas eliminaram a devoção à Santíssima Virgem para irem mais diretamente - conforme pensavam - a Jesus Cristo. Ora, perdendo de vista a Santíssima Virgem, eles rapidamente perderam também a Jesus Cristo.

Diz o Cardeal Newman, em sua magnífica "Carta a Pusey" sobre o culto a Nossa Senhora: "A Maria é confiada a guarda da Encarnação. Assim, se olharmos para a Europa, verificaremos que as nações e os países que perderam a fé na divindade de Cristo são precisamente aqueles que abandonaram a devoção à sua Mãe, e que, por outro lado, os que mais se distinguiram no seu culto guardaram a ortodoxia...".

Traçando o mapa da devoção a Maria, teríamos traçado o próprio mapa da expansão e da conservação da fé cristã, e isto não apenas no século XIX nem a partir da Reforma, mas ao longo de toda a História da Igreja, como concluirá o próprio Neubert em sua tese, no que toca aos primeiros séculos cristãos, onde "em suma, toda a história das origens da mariologia se apresenta como a história da defesa e da dilatação da cristologia. A Mãe era a garantia do Filho, e a glória do filho começava a jorrar sobre a Mãe".


As grandezas de Maria só podem ser entendidas com relação à Encarnação

O Evangelho é a vida de família com Deus. Ele será chamado Emanuel: Deus conosco, Deus nosso Pai, Jesus nosso Irmão Primogênito, vindo a nós para nos encontrar e nos reconduzir ao Pai. Mas nunca compreenderemos melhor quanto Deus é nosso Pai, senão pensando na doce Mãe que Ele nos deu. E jamais compreenderemos Jesus como nosso Irmão Primogênito, a não ser contemplando- O junto de Maria, nossa Mãe comum. E assim como não devemos isolar Jesus de Maria, não devemos isolar Maria de Jesus.

Maria nos ajuda a compreender Jesus. Não é possível meditar os privilégios de Maria sem melhor entender seu Filho, de quem e por causa de quem Ela os recebeu. Mas, reciprocamente, só em Jesus podemos entender Maria: Jesus é toda a razão de ser de Maria, e esta não seria o que Ela é senão em vista da Encarnação e da Redenção. Exaltar as grandezas de Maria sem mostrar suas relações com a Encarnação é fazê-lo pela metade e dar a forte impressão de gente extraviada. Eis o motivo pelo qual certos livros, certas tiradas sobre a Santíssima Virgem deixam às vezes uma impressão de vazio, de insipidez ou de hipérbole. Jamais correremos o risco de parecer hiperbólicos, ao falar de Maria, se tivermos o cuidado de apresentá-La com seu Divino Filho. Mas querer admirar Maria fazendo abstração de Jesus é coisa tão absurda quanto extasiar-se com os esplendores da aurora num dia em que o sol esteja encoberto por nuvens cinzentas.

Se quiséssemos passar em revista as virtudes cristãs e toda a diversidade de nossos estados de alma e as fases de nossa vida interior, poderíamos multiplicar indefinidamente os pormenores desses aspectos psicológicos da devoção à Santíssima Virgem.

Resolvendo uma aparente objeção

Uma objeção, entretanto, se põe: não nos arriscaremos, assim, a tirar desta devoção seu caráter divino e dar razão aos protestantes, os quais pretendem que ela seja, não um dom do alto, mas um produto desta terra? Ocorre exatamente o contrário, responde M. Neubert.

Uma tal adaptação da devoção a Maria a todas as nossas aspirações religiosas é antes uma prova de sua origem divina: toda devoção é feita para o homem, e quanto mais uma devoção responde às necessidades do homem, mais ela tem chance de ser querida por Deus.

Aliás, esta objeção só pode afetar aqueles cuja devoção a Maria sempre foi superficial. Os que verdadeiramente vivem desta devoção percebem que não se pode, por uma simples análise psicológica, dar uma explicação completa de seus maravilhosos efeitos, da mesma forma como não é possível, pelas leis da luz e das cores, explicar o imponderável inefavelmente belo e celeste que se vislumbra nos olhos de uma criança, da mesma maneira como não se consegue, por meio da anatomia e da fisiologia, explicar o amor de uma mãe pelo seu filho.

Algumas vezes, no momento de pôr-se o sol, o céu se cobre de nuvens leves, quase transparentes, e margeadas por uma tonalidade rósea, como nunca se vê no restante do dia. Depois, subitamente, essas nuvens se entreabrem e o olhar mergulha maravilhado num mar brilhante feito de ouro derretido, de um inigualável esplendor. Essa face voltada para o sol é que explica a beleza da face inferior. O mesmo se passa com os fenômenos religiosos. O psicólogo só pode descrever o que ele percebe na face inferior, a face humana; entretanto, há uma outra face, a face voltada para o Sol divino, e só esta pode explicar a beleza da face inferior.

As maravilhas da devoção a Maria não podem ser explicitadas inteiramente por nenhuma análise. Nenhuma descrição, nenhum raciocínio pode dar dela uma ideia adequada...


(Tradução, com adaptações, de L´Ami du Clergé, 1911, pp. 682- 684 - in "Revista Arautos do Evangelho", n. 89, p. 34 à 36)



segunda-feira, 9 de abril de 2018

GAUDETE ET EXSULTATE

A Exortação do Papa Francisco "Gaudete et Exsultate"- Sobre a chamada à santidade no mundo atual.Em Pdf. 
 GAUDETE ET EXSULTATE

Se você preferir, pode lê-lo em nosso site da catequese, com índice para os capítulos. Basta clicar aqui:

EXORTAÇÃO DO PAPA À SANTIDADE

segunda-feira, 26 de março de 2018

A UNÇÃO DE BETÂNIA E OS POBRES



O evangelho de segunda-feira da Semana Santa  (João 12,1-11), fala sobre o bálsamo caríssimo com que a mulher ungiu os pés de Jesus, e que foi criticado por Judas Iscariotes e pelas autoridades do judaísmo ali presentes.

Reacende a discussão: Igreja enriquecida com ouro e coisas caras ou ajuda aos pobres?

O missal cotidiano comenta, citando V. Mannucci: “Que seria a Igreja se a bolsa de Iscariotes estivesse cheia para os pobres e a casa de Betânia vazia de perfume?” Essa afirmação aprova o gasto com coisas que deixem a igreja e a liturgia mais ricas materialmente falando.

Eu discordo frontalmente contra isso, parafraseando Santo Ambrósio, que já afirmava que não podemos querer agradar o Cristo dourando os cálices da igreja enquanto esse mesmo Cristo está morrendo de fome na pessoa do pobre!

Essa questão estará plenamente resolvida se levarmos em conta que, “perfumar os pés de Jesus” hoje, significa, principalmente, SOCORRER OS POBRES, FAMINTOS, NECESSITADOS e, entre os necessitados, tanto pobres como ricos doentes, abandonados ou marginalizados. Não há como fugir disso! É Santo Ambrósio que diz: “Se sobrar dinheiro, aí sim, podemos dourar os cálices usados na igreja”.

É preciso também cuidarmos para não fazermos o que Hebreus 10,26 diz, na leitura de segunda-feira: “Se pecarmos voluntariamente e com pleno Sconhecimento da verdade, já não há sacrifícios pelos pecados” ou seja, já não há possibilidade de perdão, pois pecar “voluntariamente e com o conhecimento da verdade” é renunciarmos a Jesus Cristo e à Salvação trazida por Ele (missal). Pensemos nisso nesta Semana Santa!

E lembre-se: nós não cumpriremos a obrigação do jejum nem a da abstinência de carne, na sexta-feira Santa, se comermos bacalhoada ou peixe daqueles suculentos.

Esse é um dia de penitência, e na minha modesta opinião, não deveríamos comer nem peixe: apenas alguma coisa comum e leve para nos sustentar. Deixemos a bacalhoada e os peixes para sábado ou domingo de Páscoa! Se for comer essas coisas gostosas, coma então uma carne de segunda, que estará fazendo maior penitência.

Termino com a leitura de hoje, terça-feira da Semana Santa, do ofício das leituras: “Não resististes até o sangue em vosso combate contra o pecado! “ (Hb 12,4) e S. Basílio: “Imitar a Cristo(...) em primeiro lugar, é romper com a vida passada”.

terça-feira, 20 de março de 2018

PE. REINALDO PINHEIRO- MEDJUGORJE





Servos da Rainha


Fundada em 1998, entidade sem fins lucrativos, destinada à divulgação das Mensagens de Nossa Senhora, Rainha da Paz, em Suas aparições diárias em Medjugorje, Bósnia-Herzegovina, por meio de livros, informativo, filme, peregrinações e obra social.

Esta obra é o prolongamento e a ampliação de um trabalho iniciado em 1987, em Brasília, por Padre Reinaldo Pinheiro, após tomar conhecimento das Aparições diárias de Nossa Senhora em Mediugórie.


Pe. Reinaldo Pinheiro

Administrador de Empresas, pela Universidade Católica de Goiás;

Fluência em inglês, italiano e espanhol e também conhecimento nos idiomas francês e croata.

Aposentado do Banco Central do Brasil;

Sacerdote diocesano, desde 2003;

Um dos primeiros a divulgar Mediugórie no Brasil, por meio de:

Livros “Convertam-se Sem Demora” e “Apressai a Vossa Conversão”;

O informativo “Eco de Mediugórie”, com mais de 52.000 leitores;

Edição do Filme “Documentário sobre Mediugórie” e suas atualizações;

Condução de centenas de Grupos de Peregrinos a Mediugórie, desde 1994;

Várias palestras em diversas cidades do Brasil;

Colaboração na fundação de vários centros de divulgação de Mediugórie de Brasil;

Estampas, adesivos e outros materiais de Mediugórie.

Fundador da Rádio Rede Imaculada, em Taguatinga-DF;

Fundador e Diretor, o Instituto Servos da Rainha, mantenedora do Colégio Servos da Rainha, em Céu Azul, Valparaíso de Goiás-GO, desde 1998.

Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Céu Azul, Valparaíso de Goiás, desde 2007.

Veja o vídeo em que o pe. Reinaldo Pinheiro fala sobre seus primeiros contatos com as aparições de Medjugorje e como ele começou a propagar no Brasil essas aparições. Fala também sobre inúmeros sinais dados por Nossa Senhora, além da conversão que Maria operou em sua vida. É um relato longo, mas vale a pena ouvir.
Se o vídeo não estiver funcionando, clique neste link: https://youtu.be/Sfv-kuCTY88





SÃO PIO DE PIETRELCINA- IMITÁ-LO




Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 19-03-2018, Gaudium Press) No domingo 17 de março, o Papa Francisco celebrou Missa em frente ao Santuário de Nossa Senhora das Graças, em San Giovanni Rotondo. 

Neste Santuário conserva-se a preciosa relíquia do corpo de São Pio de Pietrelcina.


Na ocasião dessa celebração, o Papa pronunciou uma homilia na qual chamou a atenção para três palavras importantes vividas pelo santo e que são também a nós aconselhadas:

oração, pequenez e sabedoria.

Oração

O Evangelho proposto pela liturgia nos apresenta Jesus que reza: "Eu te louvo, Pai, Senhor dos céus e da terra ..." (Mt 11,25).


A oração de Jesus era espontanea, mas não era opcional. Nosso Senhor: costumava retirar-se para lugares desertos para rezar (Mc 1,35). O diálogo com o Pai estava em primeiro lugar.


Como Rezar


Para Francisco, os discípulos descobriram tão naturalmente a importância da oração, até que um dia lhe perguntaram: "Senhor, ensine-nos a orar" (Lc 11,1).


Jesus é quem nos mostra como se deve rezar e que não se deve começar uma oração com súplicas ou pedidos, mas louvando a Deus, diz o Papa.


Jesus diz: "eu te louvo ó Pai". Jesus não diz "eu preciso disso ou daquilo", mas " eu te louvo ó Pai". Quantas vezes esquecemos a adoração e o louvor. Não se conhece o Pai sem abrir-se ao louvor, sem dedicar tempo somente a Ele, sem adorar. Cada um deve perguntar-se: como eu adoro? Quanto eu o adoro? Quando o adoro?, afirma o Papa para logo afirmar:

" Se quisermos imitar Jesus, também devemos começar por onde Ele começou, isto é, da oração. "


Ao recordar Padre Pio, diz que após 50 anos desde sua entrada no céu, ele nos ajuda deixando como herança a oração, o Papa pergunta: como cristãos rezamos bastante? Relata que no dia a dia, sempre nos momentos de oração vem em mente tantas desculpas e muitas coisas urgentes para fazer.


Mas, o que diz São Padre Pio é: " Rezem muito meus filhos, rezem sempre, sem nunca se cansar. "

A oração é um contato pessoal, "face a face", um momento de se estar em silêncio diante do Senhor, a oração amadurece no louvor e na adoração e é o segredo para entrar sempre em comunhão com o Senhor.


De acordo com Francisco, a oração deve ter um caráter também indispensável nas obras de misericórdia espirituais: se nós não confiamos os nossos irmãos, as situações ao Senhor, quem o fará? Quem intercederá, quem tocará e incomodará o coração de Deus para abrir a porta da misericórdia à humanidade carente?


Ainda recordando o Padre Pio, Francisco comenta que foi por isso que o santo nos deixou os grupos de oração.


Pequenez e Descarte


Depois de perguntar: eu rezo? E quando rezo, sei louvar, sei adorar, sei conduzir a vida a Deus?, o Papa recorda que os mistérios do Reino foram revelados aos pequeninos.

E, de novo, pergunta:

" Quem são esses pequeninos, que souberam acolher os segredos de Deus? "

Para, em seguida responder: são aqueles que não pensam ser autossuficientes. São aqueles que possuem o coração humilde, aberto, pobre e necessitado. Que sentem a necessidade de orar, confiar-se e deixar-se acompanhar.


Para o Pontífice, o coração desses pequeninos é como uma antena, que captura o sinal de Deus. Porque Deus busca o contato com eles. Segundo ele, um exemplo deste mistério de pequenez e humildade é a hóstia em cada missa, é um mistério de amor e de humildade, e só pode ser entendido por ser pequeno e estando com os pequeninos.


Por que Jesus também é deixado de lado


Francisco recordou, então, que falando do hospital "Casa Alívio do Sofrimento", Padre Pio o chamava de templo santo, de templo de oração e de ciência: onde todos são chamados a ser uma reserva de amor para os outros.


E o Papa recordou que no enfermo se encontra Jesus, e no cuidado amoroso daqueles que se dobram sobre as feridas do próximo, está o caminho para encontrá-lo.


Para Francisco, quem cuida das crianças está do lado de Deus e vence a cultura do descarte, que, pelo contrário, prefere os poderosos e considera inúteis os pobres.


Os que preferem os pequenos proclamam a profecia da vida contra os profetas da morte de todos os tempos, que ainda hoje, descartam as pessoas, descartam as crianças e os idosos porque não servem.


Depois de recordar os espartanos que jogavam do topo se uma montanha as crianças com malformação, para desaparecessem esses pequeninos e que diante disso poderíamos dizer: "Mas quanta crueldade!", o Papa mostrou que, às vezes, fazemos o mesmo, porém com mais crueldade e com mais ciência.


E descreve o que seja a cultura do descarte: aquele que não serve, o que não produz deve ser deixado. Esta é a cultura do descarte, os pequeninos não são queridos.


E, por isso Jesus também é deixado de lado.


Sabedoria


A verdadeira sabedoria não está no ter muitos dons; a verdadeira força não está na potência. Não é sábio quem se mostra forte e não é forte quem responde mal com o mal, afirma Francisco.


Segundo Ele, lembrando São Pio, a única arma sábia e invencível é a caridade animada pela fé, porque tem o poder de desarmar as forças do mal. São Pio lutou contra o mal ao longo de sua vida e lutou com sabedoria, como o Senhor: com humildade, com obediência, com a cruz, oferecendo a dor por amor.

" Todos se admiram, mas poucos fazem o mesmo. Muitos falam bem, mas quantos o imitam? "


Admirar e imitar


Muitos estão dispostos a colocar um "like" na página da internet quando se fala dos grandes santos, mas quem faz como eles?


E isso porque a vida cristã não é um "like", mas um "dom".


A vida perfuma quando é oferecida como presente; torna-se insípida quando é mantida para si mesma.


São Pio: admirar, seguir, imitar


Para encerrar, o Papa referiu-se mais a São Padre Pio.

Para o Pontífice, São Pio ofereceu a vida e inúmeros sofrimentos para encontrar o Senhor nos irmãos. E o meio decisivo para encontrá-lo era a confissão, o sacramento da reconciliação.

Ali começa e recomeça uma vida sábia, amada e perdoada, ali inicia a cura do coração.


Padre Pio foi um apostolo da confissão. Também hoje nos convida e nos diz: onde vai? Vai a Jesus ou ao encontro das tuas tristezas? Para onde retornarás? Para aquele que salva ou nos teus abatimentos, nos teus arrependimentos, nos teus pecados?

Vem, o Senhor te espera.


Coragem, não tem nenhum motivo assim grave que te exclua da sua misericórdia. (JSG)


(Da Redação Gaudium Press, com Informações Vatican News)


Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link

quinta-feira, 15 de março de 2018

POR UMA IGREJA QUE PENSA

Tirado do site Nova Liturgia 

do dia 29/07/2014

Por uma Igreja que pensa – Pe. Zezinho, scj

Leitores que não preparam as leituras.
Cantores que não ensaiam os cantos.
Coroinhas que não ensaiam sua parte.
Sacerdotes que não preparam seus sermões.
Catequistas que não lêem os documentos da Igreja.

Pregadores que não leram o catecismo.
Cantores de desafinados que insistem em liderar os cantos da missa.
Músicos sem ritmo e sem ensaios que tocam alto e errado.
Cantores que dão show de uma hora
sem perceber que a guitarra e o baixo estão desafinados.
De quebra, também um dos solistas…

Autores que não aceitam corrigir seus textos e suas letras,
antes de apresentá-los a milhões de irmãos na fé.
Cantores que teimam em repetir uma canção
cuja letra o bispo já disse que não quer que se cante mais.
Párocos que permitem que qualquer um lidere as leituras e o canto.
Párocos que permitem qualquer canção, mesmo se vier errada.

Sacerdotes que ensinam doutrinas condenadas pela Igreja,
práticas e devoções com ranços de heresia ou de desvio doutrinário.
Animadores de programas católicos com zero conhecimento de doutrina.
***
Parecemos um hospital que, na falta de médicos na sala de cirurgia,
permite aos secretários, porteiros e aos voluntários bem intencionados que operem o coração dos seus pacientes.

Há católicos aconselhando, sem ter estudado psicologia.
Há pregadores receitando, sem conhecer a teologia moral.
E há indivíduos ensinando o que lhes vem na cabeça,
porque, entusiasmados com sua fama e sua repercussão,
acham que podem ensinar o que o Espírito Santo lhes disse naquela hora.

Nem sequer se perguntam se de fato era o Espírito Santo que lhes falou
durante aquela adoração, ou aquela noite mal dormida!

(Se houver problemas com direitos autorais, por favor me avisem que eu excluo. vidadenazare@gmail.com )

domingo, 11 de março de 2018

CANONIZAÇÃO DE PAULO VI


PAPA PAULO VI SERÁ PROCLAMADO SANTO.

 (Veja a reportagem completa em Ansa Brasil=Papa Paulo VI)

Há dois milagres atribuídos a ele e talvez até o final de outubro, no término do Sínodo, a canonização será realizada. 

Ele foi papa entre 1963 e 1978. O primeiro milagre deu-se nos Estados Unidos, na década de 1990, Califórnia, e foi a cura de um feto desenganado pelos médicos. O segundo deu-se em 2014, na Itália, também a cura de uma menina antes do nascimento, que conseguiu nascer.

Essa matéria é protegida por direitos reservados e você pode lê-la por inteira no site cujo link está postado no início deste texto. 

sexta-feira, 9 de março de 2018

AMAR A DEUS E AO PRÓXIMO

Está excelente essa explicação do Pe. Fernando e eu não resisti à inspiração de colocá-la aqui para sua meditação